terça-feira, 24 de junho de 2014

P513: HISTÓRIAS DE TERROR EM BUARKUS



A VERDADEIRA  HISTÓRIA DA  FRELIBU
Sábios historiadores e encartados recensores ainda hoje discutem - que falta faz Don Hermano Saraiva! – a data rigorosa que alcandorou o reino de BUARKUS a país independente. Uns dizem que foi no século III antes de Cristo, outros, que não senhor, que o encantador burgo nasceu apenas com Don Afonso Henriques, que tinha por hábito vir nadar nas salsas ondas do referido reino e treinar nos extensos areais para estar sempre em forma e poder bater em quem lhe aparecesse à frente, fosse a mãe, fosse um mouro ou fosse um espanhol. Comia tudo pela medida grossa, como sói dizer-se.
Este vosso escriba inclina-se mais para esta segunda hipótese pois, desde o tempo de Afonso Henriques, porrada é coisa que não falta em BUARKUS, sobretudo a partir do momento em que a poderosa FRELIBU tomou conta do poder, já lá vão quase mil anos. 

Mas, deixemo-nos de História de Portugal que isso é campo para o poeta Manuel Maia e ainda por cima explanada em Sextilhas e vamos então dar um salto e centrarmo-nos nos dias de hoje e nos graves acontecimentos que têm ocorrido com consequências gravíssimas que ultrapassam o reino de Buarkus, de Portugal e da Europa. 

Para melhor entendimento dos meus milhões de leitores vamos dividir, tal como fazem os grandes escritores, esta exposição, por capítulos!
I CAPÍTULO
A FESTA ACABOU EM TRAGÉDIA
No fortim de Buarkus não cabia nem mais uma pessoa.
Parecia a Tabanca do Centro no dia do seu quarto aniversário!
Só que em Monte Real a tropa é comandada por um Homem bom, tão bom e amigo que até é chamado de Amado Chefe. Por cá é exactamente o contrário, o ditador que comanda o pessoal, Don Paracleto Mais que Perfeito, que até exige ser tratado por “King of Buarkus“, quando alguém não lhe obedece com a prontidão exigida, logo leva cachaporrada forte e feia.
Mas, contava eu, o pessoal enchia por completo o recinto do castelo, cantava, bebia, dançava, bebia, dormia, bebia, acordava, bebia e bebia e voltava a beber até que sua Excelência, Don Paracleto, a pedido dos seus seguidores, resolve botar faladura.

Sobe ao palanque e logo se faz um silêncio absoluto. A nobre figura começa então a expor as suas ideias:
“Buarcos eu canto
  De noite e de dia
  És o meu encanto
  És minha alegria”
Eis senão quando, de repente, surgido do nada, ouve-se um vozear cada vez mais forte a fazer lembrar um orfeão desafinado, e logo alguém exclama:
- “Não querem lá ver, são outra vez os gajos dos ‘Indignados’ que julgam que o Relvas se acoitou  por aqui e vêm-lhe cantar o Grândola!”
Nada de mais errado!
A cantiga era outra e o assunto muito mais grave. À medida que a banditagem se aproximava  começou a ver-se mais distintamente que não se tratava de manifestantes mas sim do exército de Don Rigoleto que entoava a plenos pulmões:
“Já percebi que Buarcos
 Também ama como nós
 Tem uma noiva vizinha
 A Figueirinha da Foz!”
Houve um momento de hesitação, mas quando a ala feminina dos invasores começou a entoar

 “FIGUEIRA, FIGUEIRA DA FOZ 
  Das finas areias 
  Berço de sereias 
  Procurando abrigo.
  Estrelas, doiradas estrelas
  Enfeitam o Mar
  Que pede a chorar
  Para casar contigo.
  Figueira, e à noite o luar,
  Deita-se a teu lado 
  A fazer ciúmes 
  Ao teu namorado. 
  E a Serra, que te adora e deseja,  
  Também sofre com a luz do Sol 
  Que te abraça e te beija.” 

 (António Sousa Freitas / Nóbrega e Sousa)
Nem queiram saber o que se passou!
Os sitiados, que seriam imediatamente presos se se chegassem ao pé de um balão da G.N.R., sem ser sequer  preciso soprá-lo, cambaleando, bebendo, tropeçando, bebendo, caindo, bebendo, rendem-se de imediato!
Todos se renderam?
Não!
D. Paracleto, King of Buarkus, sozinho, empunha a espada e em “passos de coelho”, ele que na Guiné só caminhava em “passos de ganso”, mas os vapores etílicos haviam-lhe tomada conta das pernas, investe sozinho contra o exército invasor.
Don Rigoleto, King of Buarkus da Foz, de imediato lhe atiça um terrível canzarrão, animal  com quase dois metros de tamanho, que, ladrando, ladrando, salta sobre ele e em sete segundos o abocanha e lhe decepa uma das mãos, deixando-o no estado que a foto abaixo documenta (foto gentilmente cedida pelo paparazzi que tramou o Xico Hollande).
Assim nasceu o conhecido aforismo popular:
Porra, cão que ladra... também morde!”

II   Capítulo
Quem ajuda Don Paracleto, Ex-comandante da FRELIBU ?
Abandonado pelos seus homens, que logo se bandearam para o lado de Don Rigoleto - a fazer-nos lembrar muitos adeptos do pontapé na bola - o nosso Paracleto, que para além de perder a mão também perdera o Don, rastejando como os “sapos e com a farda em farrapos”, conseguiu chegar à mansão do Almirante Vermelho e escondido num alpendre vizinho gritou insistentemente:

- “Help, Help, I need somebody, help!”
 - “Quem será a estas horas e a falar estrangeiro?  Algum dos Beatles, que ao que me dizem estão outra vez na moda? Ou será o Joseph Belo, recém-chegado da Lapónia?”
 "Gritam Help, fortemente
            A quererem falar comigo!
 Será um beatle? Será o Belo?
 Esse grande Camarigo?
 Fui ver! Era Paracleto de Paiva
 Há quanto tempo o não via
 Branco de medo, espumando raiva
 Enquanto a neva caía.
 Entre lá pr'ó meu castelo
 Que eu tenho bom coração
 Mas limpe bem o chinelo
 Sente-se e coma um naco de leitão!”
- “Meu caríssimo Almirante, só o meu estimado, venerável, venerando, respeitával, adorado amigo me pode valer nesta hora de aflição!”
- “Sei da bondade que a Vossa excelsa, excelentíssima, elevada, sublime figura encerra e dos conhecimentos que tem na BUARKUS CLINIC NIC NIC, tão afamada no mundo dos transplantes”.
- “Você, ó Paracleto, tem cá uma lata! Ainda há dias me chamavam XÉXÉ, a mim, que não escrevo nos jornais nem dou entrevistas há mais de dia e meio, na minha própria terra, na minha  própria rua, vem para aqui com falinhas mansas a aproveitar-se do meu coração de manteiga… Você não sabe que a CLINIC NIC NIC foi encerrada pelo Macedo Mete Medo, logo a seguir ao transplante do ‘Transmissões?”?
- “Estou desgraçado!”, choramingou o ex-King of Buarkus.
-  “A única hipótese é telefonar a um Anjo do Céu”, adiantou o Almirante
- “Mas, Almirante, também tem o telefone lá de cima?”, perguntou a medo o Paracleto, apontando para o céu.
- “Não diga disparates, que, se o Amado Chefe o ouve, prega-lhe já um sermão e agora em tempos de Quaresma, afinfa-lhe com trinta Avé-Marias e duzentos Padre- Nossos, que você até anda de roda! Estou a referir-me às enfermeiras paraquedistas da Guiné. Vou já ligar para Lisboa.”
- Trim...trim.. "Fala Giselda Pessoa e pelo timbre do toque creio estar a falar com alguém importante"...
- “Ora, ora, Dona Giselda sou apenas o famoso, célebre, notável Almirante Vermelho, seu camarada da Guiné e adepto do seu e meu GLORIOSO. Como tem passado? E o primo de Vossa Excelência, esse grande Benfiquista Don Gosé y Seara?”
- “Ó Almirante, diga ao que vem pois o meu primo e eu estamos atarefadíssimos a preparar a festa para o Marquês…”
- “Marquês?”, interrompe o Almirante, “cuidava-a republicana dos quatro costados e vai dar uma festa a um marquês?”
- “Você, desde que teve o trombo-braçal, regula mal? A festa do título no Marquês, homem!”
- “Ah, sim, pois claro... onde raio tinha a minha cabeça! Também lá estarei presente com mais sete milhões de apaniguados. Aquilo é que vai ser uma festança de raio e meio. Mas a Dona Gi e Don Gosé também actuam?”
- “Claro, nós somos pessoas de acção e não passamos o dia ao computador com um gato no regaço como certo “Bruninho” que eu cá sei! Até lhe digo mais, vou saltar de paraquedas e aterrar na tola do Sebastião José de Carvalho e Melo. E o meu primo, Don Seara, para que saiba, já anda a treinar um leão que pediu emprestado ao circo Cardinali… e não é que o Simba, em vez de rugir, imita o pipilar  da Águia Vitória.?!...”
- “Mas olhe, sobre o assunto da mão não o posso ajudar pois como já reparou a minha especialidade é mais o pé e aviso-o, não chateie a Maria Arminda que ela, apesar de ser do Vitóguia de Setúbal, está a colaborar connosco  no Festival de Luz e Som. Tenha uma boa noite!”
O olhar de Paracleto cortou-me a alma, tamanha era a tristeza que irradiava.
Vou ter de usar outros trunfos, disse para os meus botões… e  ele até veio fazer a rodagem do automóvel à Figueira... cogitei.
- Tguim... Tguim... Tguim... “Boa tarde, deixe a sua mensagem, mas fique a saber que:
Se vem por bem, o decreto fica em Belém
Se vem por mal, o decreto segue para o Tribunal Constitucional!”
Desliguei, assustado, e a custo e com muito medo voltei a ligar o mesmo número... Tguim... Tguim… E novamente o atendedor automático na versão poética:
Podem gritar mais alto
 Podem tocar a fanfarra
 Que eu daqui já não salto
 Sem a minha querida cagarra

 Ó linda “cagagaguinha”
 Teu piar é o mais belo
 Adoro-te minha amiguinha
 E não falo com nenhum marmelo!”
Furibundo, o Almirante Vermelho bate com o telefone e de pronto manda aparelhar o seu jacto, partindo de imediato para a Casa Branca, White House, em “amaricano” e, contrariando todas as regras de segurança, pois ia a conduzir o avião, saca do telemóvel!
- “Almirante, olhe que não pode conduzir e falar ao telemóvel! É proibido e perigoso e ainda nos acontece como ao outro que caíu no Guileje e o Marcelino está tão gordo que nem daqui a cinquenta anos nos encontra”, disse a custo o co-piloto, esse ilustre figueirense, o Pimentel, conhecido entre as moçoilas por Tó Jó!
- “Cale-se, que você foi anexado e eu vou só deixar uma mensagem no celular do John da Silva, o tratador do cão de água do presidente Obama, que nasceu em Buarcos e é ainda mais benfiquista do que eu. Em dois tempos arranja-nos uma entrevista com o “chefão” e resolvemos o problema da mão!”
Aterrizados em paz, após curta paragem em Sevilha para reparar uma avaria, pois aqueles motores falhavam por todos os lados, o senhor Presidente Barak Obama, em pessoa, veio ter connosco ao avião e, sem mais delongas, logo disparou (estes americanos são danados para disparar) em luso-afro-inglês:
Yu ter duas soluções:
 “Prumeiros”: Ir às Termas de Monte Real “drincar” muita “auga” mergulhar o braço trinta e três vezes e mão crescer. O problem é que o big boss é dos outros e  ainda fazia alguma mezinha...
Sigundos: Fazer a “transplanteixion” da mão do Vata!
- “Mão de vaca? Marchavam já três ou quatro pratinhos”, exclamou com um rasgado sorriso o António Pimentel, mais conhecido nas lides gastronómicas por Don António, O Prior do Prato.
- “Ó Pimentel, controla-te e não te esqueças que agora és da freguesia de Buarcos. Não me envergonhes”, sussurrou o Almirante,  que logo continuou: “A mão do Vata, muito bem visto senhor presidente, aquela invisível mão que mandou o Marselha para o penico e que levou o Tapie a ofender Portugal... (que falta que ela me fez em Sevilha)... mas, excelência, temos o problema da cor…”
- “A cor, seu branquelas de chite”, exclamou furibundo mister president! “Arranjo-lhe a solução e você vem-me falar da cor! Antes preto que reinebô (arco-irís)”, gritou Obama ainda mal refeito do susto que apanhou ao ver o(a) vencedor(a) do Festival da Canção o senhora Conchita.
- “A mão invisível desse grande guineense e benfiquista, saiba você, seu ingrato, está conservada no frio das terras da Lapónia e, se alguma escuridão lhe restar, manda-se à KLINIC NIC NIC 2 onde foi o ministro do vosso reino, o Janelas, ou lá o que é, que após tratamento ficou com tal brilho na dentuça que dá para iluminar o estádio da Luz!...”
- “Tanque-se, senhor presidente e bai bai!”
E “prontus, pá”, ainda no avião, o Almirante mandou preparar a sala dos transplantes, telefonou ao Zé Belo para que enviasse o membro (a mão do Vata, “quer-se dizer”) em rena especial de corrida e hoje o nosso Paracleto é o consagrado guarda-redes da FRELIBU, onde ganha o salário mínimo com direito a passe para o treino, acumulando com o cargo de sócio gerente da conceituada churrascaria “Frango à FRELIBU” que ostenta na sua tabuleta:
FRANGO INDUSTRIAL E CASEIRO
À escolha do freguês
Sente aqui o seu traseiro
E beba um copo de três
Ontem, um qualquer sacana desconhecido pintou as paredes da churrasqueira com frases insultuosas, tais como:
Frango melhor que o teu
Já o comi em Havana
Tem mas é juízo, ó meu
E vai dançar a sevilhana!
Corram o Durão Barroso
De Presidente da Europa
Levem com ele o Cardoso
Mobilizem-nos para a tropa!
E o sacana do espanhol
Que se chama Rodrigo
Não vai mais beber tintol
Passou a ser inimigo.
Na próxima sou eu a marcar
Estou mais do que furioso
Penalti não sei falhar
Não sou o Rodrigo nem o Veloso!
Ao contrário do que seria de esperar não ouvi nenhum movimento da FRELIBU e dizem-me que se preparam em grande para o próximo domingo irem até Lisboa e só depois tratam do assunto como deve ser pois entretanto entregaram o caso do pinta-paredes à Guarda... e bem podem esperar sentados...
Vasco da Gama

10 comentários:

Hélder Valério disse...

Caríssimo amigo Vasco

Grande Vasco!
Também me 'escangalhei' a rir...
Muito bem 'esgalhado'.
E rico em fotos. Quase rivaliza com reportagem da Karas.

Em duas delas apareces um 'bocadito' com perímetro a mais mas, realmente, a que mais gosto é a do 'adorador da cagarras bebés'. Está um mimo!

Um outro pormenor tem a ver com a forma subtil como destrinças as influências linguísticas existentes na 'princesa do Sado'. É que as pessoas têm o hábito de só referir o acentuar dos "rr" mas há mais do que isso, há também a troca do "r" pelo "g" como salientas na referência à ilustre vitoriana Maria Arminda. Bem visto!

Meu bom amigo, dou-te os parabéns por este momento tão inspirado e de tão bom e corrosivo humor.

Abraço e saudações benfiquistas

Hélder Sousa

Joseph disse...

Nas afirmacöes,nas entrelinhas,na apossínclise dos pensamentos,no encadeamento factual,nos absconsos abstrusos ,nas descricöes básicas das ocorrências,nas analogias quartzíferas,na análise sistemática das condicöes e consequências dos conceitos,no exame da validade e dos limites da capacidade do homem,no conjunto de reivindicacöes filosóficas,nos dogmas,nos princípios de razäo,nas condicöes subjectivas sem qualquer compromisso de decidir quanto aos objectivos,nos argumentos extraídos da inducäo,nas referências à autoridade ou à emocäo,no consenso e na cadeia de improbalidades,no recurso a analogias unicamente apoiadas na deducäo e na lógica formal....uma FRELIBU num BURAR-COS perdido na poeira dos tempos...quase mítico...qual Sodoma e Gomorra à beira-mar sob um sol ananaseiro.
Quase,quase...um relvado brasileiro.
Vindo de quem vem é,como sempre,...arcobotantemente genial!
Um grande abraco do José Belo.

Bispo1419 disse...

Congratuleichons, mai Réd Ádmiral, Sâr, fór iór bríliantt end hilérious tecst.
Tanque-se, bai bai!

Meu caro Vasco, foi esta a mensagem mediúnica que recebi quando acabei de ler o teu texto. A minha mesa de pé-de-galo não identifica bem a sua origem mas parece-me ser linguagem de norte-americano, um qualquer coisa "ama" ou "bama". Cumpro a minha missão de medium ao comunicar-te o seu teor.
Um grande abraço do
Manuel Joaquim

joaquim disse...

Eu ouvi dizer que o próximo seleccionador nacional seria uma figura de topo da FRELIBU!!!

Não sei se será verdade, mas com a confusão que por ali está, talvez conseguissem meter ordem na casa, ou seja, na selecção!!!

Grande Vasco!

A criatividade e o humor são dons que não te faltam.

Grande abraço e até sexta feira.

Joaquim

Anónimo disse...

Mas que grande krake é este rapaz de BUARKUS, está numa excelente forma, nos campos da bola dava espectaculo, ele só valia por onze, puxa, não tem concorrência, é bom de baliza, na defesa, na linha média, um ponta de lança que ataca sem ferir, é krake de verdade, é o máximo, então com uma voz de comando cuidado, até punha os pelos em pé, ou disciplina ou .... e o seu grito de comando????como este, «Ó KAAAAMBUUUUTA, até faz arrepiar o pobre MANEL KAMBUTA.....força amigo Vasco mantém-te com esta excelente forma para bem de todos nós, abraços até amanhã 6ª.

Manuel Lopes disse...

Outra vez anónimo???
Manel Kambuta dos Dembos..
não percebo nada desta marosca.

Anónimo disse...

Grade texto, meu estimado Kamarigo Vasco. Lembrei-me muito do Gil Vicente, que me fez ir duas vezes a Leiria nos tempos dos exames do 5º. ano no Liceu Rodrigues Lobo... Mas fartei-me de rir. Abraço GRANDE de Alcobaça e até amanhã em Monte Real.
JERO

joao costa disse...

Gosto mas vou sair. Claro eu não sou da guiné mas sim de Mozambique e Angola, só os da guiné são privilegiados o meu muito obrigado por este tempo ser recebido no vosso meio continuem vão bem, abraços.

Anónimo disse...

Só hoje tive o prazer de me deliciar a ler este texto do Vasco.
Estão de parabéns o autor e todos os seus conterrâneos onde se incluem os Frelibuarkeiros evidentemente.
BS

Anónimo disse...

Amigo Vasco. "Srº Almirante Vermelho, Comandante de Buarkus,ou Rei das terras de Frelibu", venho por este meio informar Vossa Excelência, que adorei e me fartei de rir, com o emaranhado dos acontecimentos e a grande criatividade, que motivaram esta engraçada história. Os meus parabéns. Um abraço e cuidado com os "trombos no braço", descanse um pouco nestas férias dos encontros, bem como o amigo que caiu lá dos céus. Esse que arrume o "estaminé", ponha o gato no chão e vá andar à beira mar, para ginasticar as pernas. Caso contrário envio um e-mail ao "Amado Chefe", para os pôr a cumprir penitência. Grande abraço e boas férias. Mª Arminda