quinta-feira, 27 de abril de 2017

P905: APRESENTAÇÃO DE LIVRO EM LEIRIA

Recebemos do nosso camarigo Luís Branquinho Crespo o mail que aqui reproduzimos e em que se faz referência à apresentação duma obra da sua autoria. Aqui fica o convite para a vossa presença neste evento, em Leiria, no próximo dia 6 de Maio.
Os editores


“Segue em anexo um convite meu e da editora Textiverso para apresentação do meu livro “Guiné-Um Rio de Memórias”.

Muito grato fico que a Tabanca do Centro divulgue, entre todos os camarigos, a apresentação do meu livro a ter lugar no Auditório da Caixa de Crédito Agrícola de Leiria no Largo do Terreiro em Leiria , mais propriamente Celeiro da Casa do Terreiro como agora a Caixa de Crédito quer que seja chamado, no próximo dia 6 de Maio pelas 15.30 horas.

Tal livro também se destina a ajudar a Associação Humanitária Resgatar Sorrisos (ONGD) cuja finalidade é, fundamentalmente, ajudar a população da Guiné-Bissau nos sectores da educação e da saúde.

Luís Branquinho Crespo”



terça-feira, 25 de abril de 2017

P904: "Ó TEMPOS! Ó COSTUMES" (CÍCERO)

TABANCA DE AFRICANO NÃO CAI…

Manuel Frazão Vieira
Ainda não tenho memória curta. Mas, mesmo que tivesse, ela chegava para abarcar as imagens que ainda retenho do aeroporto de Bissalanca, dos aquartelamentos do Cumeré,  Aldeia Formosa,  Bolama e Chamarra.

Por aquelas cinco localidades da Guiné por onde passei, lidei e sonhei, contactando gentes, ouvindo-as, registando e observando usos, costumes e culturas ancestrais, porventura, enigmáticas para um jovem ocidental, a aproximar-se dos 23 anos, acabado de chegar a um novo mundo, a uma nova terra que sabia existir, apenas, pela tradição oral e conhecimento livresco paginado a partir das cartilhas do ensino primário.

Fui um curioso expectante em deixar levar-me ao conhecimento das formas e desenvolvimento social, costumário, hierárquico e cultural daquelas gentes de quem eu apenas sabia fazerem parte de um povo multirracial, um povo soberano, de uma nação única e indivisível espalhada do Minho a Timor.

Por onde passei e vivi, registei histórias indeléveis e acontecimentos marcantes num sucedâneo de circunstâncias e exigências próprias de um cenário de guerra de características e operacionalidade "sui generis". 

Cheguei à Chamarra pelas 18H00 do dia 28 de Maio de 1973, onde fui substituir o ex-Alferes Ribeiro, em final de comissão, no comando do PEL CAÇ NAT 55. Tratava-se de um destacamento muito pequeno que dependia do Comando do Batalhão de Aldeia Formosa. O destacamento da Chamarra estava situado a sul, a uma distância de 10 Kms de Aldeia Formosa, funcionando como posto avançado desta, muito próximo de Porto Balana / Gandembel, mais ou menos a 40 Kms de Guileje. 

A Chamarra era temível, tenho provas disso, mas... entre o "terror" de Cumbijã e a paz aparente e calculada da Chamarra, preferi esta, considerando um privilégio ter podido optar, em missão de guerra, perante uma situação, apesar de incerta e dúbia, onde tudo poderia acontecer. 

Nessa altura, já andava a CCAV 8351 independente, a minha companhia de origem, sediada em Aldeia Formosa,  comandada pelo meu bom amigo ex-Cap. Vasco da Gama, de malas às costas a caminho do "inferno" e do "atoleiro" de Nhacobá e Cumbijã que as NT abandonaram, em 1968/69, por tanta "pancadaria", decidindo o Comando de Bissau o seu abandono.

Na Chamarra, no PEL CAÇ NAT 55, tudo era novidade para mim. Uma população civil, constituída à base de mulheres, muitas crianças e jovens famintos de tudo. O pelotão nativo mantinha a sua missão com patrulhamentos diários ao nível de Secção comandada por um Furriel. Tinha 3 Furriéis no destacamento. A minha integração de responsável e líder naquele pequeno meio militar, ao nível de destacamento, na protecção, defesa e segurança da população ia-se solidando, paulatinamente, conquistando a confiança da população e militares nativos.

Tudo corria bem. Só que, ao meu 4.º dia de Chamarra, no PEL CAÇ NAT 55, a seguir ao almoço do dia 01 de Junho de 1973 fiquei sem "casa", sem "moradia", sem "tabanca". E, agora? Coração ao alto! Eu explico.

Estávamos a iniciar a "estação das chuvas", que, como bem se lembram ocorre no período de Maio a Novembro. Este período das chuvas funciona, também, como uma marca cultural e social interessante e, se calhar desconhecido de muitos, que é o seguinte: é pelas chuvas, pela "estação das chuvas" que passaram, viveram que aquela gente africana sabia, aproximadamente, a sua idade.

Aconteceu, a seguir ao almoço do dia 1 de Junho de 1973, uma mudança radical do estado do tempo. Num ápice, a mãe-natureza surpreendeu-nos a todos transformando o espaço atmosférico límpido num acastelar medonho de nuvens de cor negra chumbada, com um vento a soprar sem piedade, desafiando uma forte trovoada que se prolongou e alongou por toda a tarde e noite desse dia.

Antes da descarga provocada pelo choque eléctrico das nuvens, eu conversava com o meu velho "chefe de tabanca" (a fazer "psico", dizia-se) alertando-o para os perigos iminentes daquele momento, provocados pela forte ventania que já se fazia sentir.

O velho, sereno, de semblante patriarcal, afagando a sua pensativa barbicha cuidada e branca, exclamou: "Alfero, tabanca de africano não cai, a de branco vai no chão..." 

Pouco depois, voavam pelos ares chapas, ramos e paus, enquanto, tento sem grande sucesso, apanhar as chapas de zinco que cobriam o meu quarto, rolando pelo solo contra tudo e contra todos. Conforme profecia, a "tabanca " do meu simpático interlocutor mantinha-se de pé, segura, como se estivéssemos em tempo da "estação seca". 

Passem bem.
Abraços
Manuel Frazão Vieira


segunda-feira, 10 de abril de 2017

P900: EVACUAÇÃO ATRIBULADA

Recentemente, um comentário do nosso camarigo Alberto Branquinho no blogue “Luís Graça & Camaradas da Guiné” despoletou a publicação naquele blogue da história (revista) da queda do DO-27 em que seguia a Enfermeira Paraquedista Giselda Pessoa, no decorrer de uma evacuação, em 17 de Novembro de 1973. 

Porque existia uma versão mais personalizada e mais completa (publicada no livro "Nós, Enfermeiras Paraquedistas"), foi essa que disponibilizei para publicação. E já agora republica-se o texto (agora revisto) neste blogue, quatro anos depois da primeira edição, pois temos camaradas chegados mais recentemente que muito provavelmente ainda não leram esta história.
Miguel Pessoa


UM DO-27 NO CHARCO DO COMO

Na manhã do dia 17 de Novembro de 1973 o Centro de Operações do Go1201, na BA12, recebe um pedido de evacuação, vindo de Catió, tendo de imediato destacado um avião DO-27 para efectuar essa missão. A equipa de alerta era constituída pelo Fur. Ivo Mota, da Esq. 121, e por mim, Enfª Paraquedista Giselda Antunes, juntando-se a nós a Enfermeira Paraquedista Natália Santos, acabada de chegar à Guiné e que, por ser "pira", acompanhava as "veteranas" nas evacuações, para "ganhar calo".

Estava-se já na época pós-Strela, que tinha trazido diversas restrições à navegação aérea. Entre a opção de subir para 10.000', descendo depois à vertical do destino, o piloto optou pela outra opção possível, que era a de efectuar todo o voo a baixa altitude (50' a 100' sobre o terreno - o correspondente a 15 a 35 metros), o que implica um risco acrescido no caso de uma falha no motor.

Para evitar zonas mais perigosas o piloto decidiu então seguir ao longo da linha de costa, sobre a água, contornar a ilha de Como (refúgio do PAIGC), subir o rio Cumbijã e, atingido Cufar, dirigir-se em linha recta para Catió.

O voo decorria normalmente a baixa altitude; à passagem por Bolama tivemos a oportunidade de ver o navio que fazia o transporte de víveres e material, que se dirigia para sul. O DO-27 não parecia ressentir-se de qualquer problema resultante do incidente da véspera. O avião sofrera um choque com um pássaro que lhe tinha acertado no hélice, mas a inspecção feita ao avião no intervalo dos dois voos não tinha detectado qualquer anomalia.

Quando sobrevoávamos os tarrafos ao lado da ilha de Como, o avião resolveu "apagar-se" - o motor parou repentinamente, obrigando o piloto a uma reacção rápida para preparar uma aterragem de emergência. Dada a baixa altitude a que seguiam, a única solução era "poisar o estojo" na direcção em que seguiam, em pleno tarrafo, o que o piloto fez - diga-se - com bastante êxito, pois o avião ficou atolado no lodo, mais ou menos direito, tendo os ocupantes saído ilesos desta aterragem (ou mais propriamente "alodagem"). 



Quem esteve na Guiné sabe bem as diferenças no contorno das margens (no mar ou nos rios) entre a maré cheia e a maré vazia. Neste caso era hora da maré baixa e a água, tendo descido, deixara o tarrafo coberto de uma espessa camada de lodo.

Rapidamente abandonámos o avião procurando, atascados no lodo, alcançar uma zona de águas mais profundas, onde pudéssemos, mergulhados, ficar menos expostos a olhares da margem e ser eventualmente "pescados" pelo navio que pouco antes tínhamos visto a navegar naquela direcção.

Na realidade era grande a nossa preocupação com a nossa segurança pois a zona em que tínhamos caído era completamente dominada pelos guerrilheiros do PAIGC e a população existente totalmente controlada por aqueles.

Para além da eternidade que demora a passar o tempo naquelas condições, não dá a esta distância para especificar o que senti. Claro que a aproximação do navio por que tínhamos passado e o facto de sabermos que a Base detectaria a nossa ausência nos transmitia algum optimismo. Nem por isso deixava eu de empurrar a “pira” Natália para dentro de água quando ela, ainda inexperiente e não se apercebendo da gravidade da situação, se tentava levantar para ver melhor à volta... Tentávamos mesmo não lhe dar a entender o perigo que corríamos, pois não ganhávamos nada em pô-la ainda mais nervosa.

E ainda me ressoava na cabeça a reacção do Ivo Mota quando nos afastávamos do avião, depois da queda, que me dizia com uma franqueza ingénua “Ó Giselda, ainda bem que foi contigo!”. Claro que respinguei com ele embora tivesse compreendido o alcance das suas palavras – já tínhamos um ano de convívio na Guiné e tínhamos confiança um no outro. Por isso ele sentia-se mais à vontade comigo ali.

O piloto tinha decidido entretanto regressar ao avião para recolher a arma que o DO-27 transportava dentro de uma caixa que servia de banco ao pessoal que era transportado na parte de trás. Dada a dificuldade de progressão, tive que o acompanhar para o ajudar, pois já evidenciava algumas dificuldades em regressar ao local em que tínhamos deixado a Natália.

Ter-se-iam passado duas horas desde a aterragem forçada no local quando começámos a ouvir o barulho de um motor. Detectámos então uma embarcação do tipo Zebro que se aproximava do local, atraída pela silhueta do DO-27 atolado. Desconfiados, continuámos metidos na água pois a distância não permitia uma identificação eficaz do pessoal que se aproximava. Sofremos uma grande desilusão quando vimos o zebro afastar-se da margem. Passados uns largos minutos ouvimos novamente o barulho do motor. Com o regresso do zebro, chegando agora a uma distância mais curta, pudemos verificar que os tripulantes eram brancos, o que nos levou a chamar a sua atenção. Rapidamente fomos recolhidos e levados para o navio de guerra a que o zebro pertencia e que se aproximara entretanto do local.

Na BA12, entretanto, alertados pela falta de reportes do DO-27, tinham mandado descolar um Fiat G-91 que, seguindo o percurso mais provável voado pelo DO veio rapidamente a localizá-lo no tarrafo. Imediatamente a Força Aérea pediu a colaboração da Armada, que deslocou uma segunda embarcação para o local.

Terá então havido aqui alguma falta de comunicação pois o segundo navio atarefava-se na busca do piloto no local quando este já se encontrava no primeiro navio. Mas mais vale a mais do que a menos...

O facto é que, depois de recuperada pela Armada, mesmo sem dispor de material (perdido no acidente) ainda fui fazer a evacuação a Catió, num outro avião entretanto disponibilizado, que "serviço é serviço"... Não tendo comido nada durante todo o dia, fui salva por umas castanhas que transportava no meu camuflado e que tinham resistido ao banho…


No dia seguinte, uma LDG da Armada iniciou os trabalhos de recuperação do avião, aproveitando a fase da maré alta, que permitiu a aproximação ao local. A içagem do avião infelizmente não decorreu tão bem como se pretendia. Na primeira tentativa o DO acabou por cair novamente à água, ficando ainda mais danificado… Provavelmente foram maiores os estragos nessa altura do que na altura da queda! 



Não foi no entanto importante, pois o destino dele seria sempre a sucata. A deformação da estrutura e a corrosão da água do mar tinham provocado danos irreparáveis no avião.


Podemos imaginar que o fim feliz deste acontecimento se deveu a um conjunto de factores favoráveis que podiam muito bem não ter acontecido:

O facto de o avião voar bastante baixo, não sendo observável das tabancas existentes;
A aproximação final do avião ao ponto de queda com o motor parado, não tendo, pelo seu silêncio, alertado ninguém próximo (detectou-se depois uma tabanca com população presumivelmente hostil a cerca de 700 metros);
A existência de um navio da Armada, em missão de vigilância próximo do local, o que permitiu a rápida recuperação dos ocupantes do DO-27.


Giselda Pessoa

quarta-feira, 5 de abril de 2017

P899: REVISTA "KARAS" DE ABRIL


Como já referimos atrás, as obras de remodelação do Café Central impediram que utilizássemos aquele local como ponto de concentração do pessoal. E foi possível ver os participantes espalhados ao longo da Rua de Leiria, bem próximo do local do almoço, mas aproveitando as sombras existentes para se protegerem do sol forte.


À esquerda, um trio que tem andado arredado dos nossos convívios - Joaquim Vieira, Luís Uva e Manuel Ferreira da Silva (o de Bor...). 
À direita, um grupo inscrito pelo Carlos Santos - o Raul Santos, o Alípio Martins e o José Carvalho (os dois últimos, estreantes). Lá atrás, o Luís Lopes Jorge observa.


O Miguel Pessoa e a Giselda confraternizam com o alcobacense JERO. E o Miguel Diniz vai pondo a conversa em dia com o Almiro Gonçalves e o Agostinho Gaspar (este no seu pleno de 60 presenças em 60 encontros). Curiosamente, o Miguel Diniz foi há uns anos vítima de uma rigidez burocrática que lhe trocou o "s" original por um "z", situação que não envolveu a esposa Judite - que continua a usar o apelido Dinis. No mínimo, invulgar...


O António Frade com o Carlos Morte e o Carlos Manata. O António esteve preocupado porque o seu nome não surgia na lista de inscritos. Mas a coisa foi corrigida a tempo... Pelo sim, pelo não, verifiquem sempre se o vosso nome consta da lista de inscritos. Mas para isso convém que a mensagem tenha sido mesmo enviada, ó Manuel da Ponte!
Não é todos os dias que temos a presença dos dois "Manuel Ferreira da Silva". Na foto da direita vemos o de Gadamael...


O Joaquim Mexia Alves com o Rui Marques Gouveia, o qual estava acompanhado como habitualmente pelo cunhado José Jesus Ricardo.
Como colaborador permanente do jornal "Cister", de Alcobaça, o JERO não perde a oportunidade de fazer a divulgação do "seu" jornal, trazendo sempre uns tantos exemplares para distribuir pelos interessados.



Chegada a hora do almoço e despachada a foto da praxe - desta vez com um enquadramento diferente - era hora de avançar para o petisco.



Como habitualmente, o pessoal vai-se organizando por grupos. Na ausência do Manuel Jacinto, coube ao Luís Ezequiel Nunes a iniciativa de inscrever uma série de pessoal. Para além de dois acompanhantes que vemos em primeiro plano no lado direito, vemos o Rui Ferreirinho e, a partir do fundo, o Luís Ezequiel Nunes, o Ramiro Garcia e o Jaime Carlos (estes dois últimos em estreia).
À direita, ainda do mesmo grupo e na mesma mesa, o Ernesto Neves Lopes e o Amândio Jorge Lopes.



O nosso experiente tesoureiro Vitor Caseiro partilhava a mesa com o pessoal inscrito pelo seu habitual adjunto nas contas, o Carlos Santos. Para além dos dois vemos ainda o Alípio Martins e acompanhantes, o Mário Passagem e acompanhante e o Raul Santos.
E o JERO teve a oportunidade de rever o Leonel Loureiro, um velho camarada a que o unem memórias comuns de 50 anos e um breve reencontro há cerca de 10 anos. Agora o Leonel pôde finalmente pôr a conversa em dia...



Duas perspectivas da mesma mesa, em que podemos ver o Carlos Manata, Manuel Ferreira da Silva (Gadamael), Jorge Marto Silva (da Liga de Combatentes de Leiria), Fernando de Freitas Pinto, José Jesus Ricardo, Rui Marques Gouveia, José Luís Rodrigues e Luís Lopes Jorge.



E o pessoal da casa - D. Preciosa e D. Dulce - atarefava-se a manter abastecidos os pratos dos participantes.



O Clã Lopes - Manuel "Kambuta", Hortense e Gonçalo - acompanhado pelos amigos Almiro Gonçalves e Joaquim Henriques.
O Luís Branquinho Crespo e o Manuel Frazão Vieira partilhavam a mesma mesa, vendo-se ainda ao fundo os regressados Joaquim Vieira e Luís Uva. Atravessando o Vasco da Gama um período menos bom do seu estado de saúde - que o tem impedido de se juntar a nós - o Manuel não tem podido confraternizar como desejava com este seu amigo e camarada de velhos tempos no sul da Guiné. Será que podemos contar com o Vasco para final de Maio?



A família Gaspar esteve mais uma vez reunida nestes convívios. E o trio (Agostinho, Isabel e Miguel) confraterniza com o Carlos Morte e o Manuel da Ponte. O António Carreira já tinha estado presente anteriormente, repetindo agora a sua presença entre nós.



Era chegada a altura das sobremesas, e o Manuel Kambuta avança célere ao castigo...
Como habitualmente, o régulo dirigiu algumas palavras aos presentes, lembrando que este mês não se irá realizar o habitual encontro da nossa Tabanca. 



E como é costume todos os anos, no final do mês de Março, o Paulo Moreno prepara a oferta ao Miguel Pessoa de uma garrafa de espumante com um avental alusivo, revivendo a situação original de 26 de Março de 1973, em que o pessoal de Guileje lhe ofertou uma garrafa de champanhe, comemorando a sua recuperação depois de o seu avião ter sido abatido no decorrer de um apoio de fogo àquele aquartelamento.
Na ausência do Manuel Reis, o Carlos Santos e o José Luís Rodrigues fizeram "as honras da casa".



Em fim de festa é preciso pôr as contas em dia, coisa que o pessoal já faz com muita genica - participantes e tesoureiros.
E, já agora, antes da partida, um brinde para a viagem de regresso a casa.



Os últimos pormenores, talvez já a preparar para o próximo encontro. É hora da abalada: "Adeus e até ao meu regresso!"