domingo, 22 de junho de 2014
quinta-feira, 19 de junho de 2014
P511: AINDA A CERIMÓNIA DO 10 DE JUNHO EM BELÉM
Palavras do Senhor Professor Doutor
Henrique Leitão
Cerimónia de Homenagem aos Combatentes
em 10 de Junho de 2014
Portugueses
– Combatentes de Portugal:
Entendeu a Comissão Executiva para a Homenagem Nacional aos
Combatentes convidar este ano, como orador, para proferir umas breves palavras,
um professor universitário, que se dedica à história da ciência, que não foi
combatente, e que certamente não passou pelas durezas por que muitos de vós
passaram.
A oportunidade de me dirigir a esta assistência e ao que ela
representa é seguramente uma das maiores distinções que recebi na minha vida.
Estou aqui, pois, antes de mais nada, para prestar o meu respeito e a minha
homenagem a todos os combatentes, e para, com todos eles, lembrar muito em
especial os que tombaram. De certa maneira estou aqui para dar voz a tantos da
minha geração que, tendo vivido em circunstâncias muito diferentes das vossas,
olham com curiosidade, com admiração e, sobretudo, com imenso respeito, para
todos vós.
Ao começar estas breves palavras vale sempre a pena relembrar algo
que é para todos nós uma evidência: não viemos aqui para celebrar nem uma
ideologia nem uma política. Não viemos nem para comemorar vitórias nem para
lamentar derrotas. Não viemos para julgar. Também não viemos apenas para
relembrar o passado, como algo frio e distante que se examina com interesse
vago ou apenas com saudade.
Estamos aqui neste Dia de Portugal para relembrar e homenagear,
talvez com comoção, mas também e sobretudo
com alegria, a grandeza dos que lutaram por Portugal, e para comemorar, com
esperança, este amor pela nossa terra e pelas suas gentes. A passagem dos anos
torna este Encontro Nacional cada vez mais importante e mais significativo. O
tempo pode esbater as circunstâncias concretas dos feitos que recordamos, mas
realça e torna mais nítidos o esforço e a entrega dos combatentes.
Pobre de um país que não olhe com respeito e admiração para
aqueles que o serviram nas situações mais duras e mais extremas. Pobre de um
país que não lembre aqueles que por ele deram tudo. Pobre de um país que não
recorde os seus mortos. A História de uma nação não é só feita de conquistas
materiais – sejam elas de que tipo forem. A história é feita também de memória
e de exemplos. Exemplos que o passado projecta no presente e nos esclarecem
sobre quem somos. É por isso que o vosso esforço e o vosso exemplo nunca serão
esquecidos. Não fui combatente, mas por
razões familiares e de amizade, conheci e privei
ao longo dos anos com muitos que o foram. Gostava de dizer o que aprendi com
eles, ou seja, o que aprendi convosco.
Aprendi convosco que os verdadeiros soldados lutam não porque
odeiam o que têm diante, mas porque amam o que deixaram em casa.
Aprendi que das missões em terras distantes nasce o encanto por
essas terras e pelos seus habitantes.
Aprendi que o amor ao próprio país não é um sentimento que fecha,
mas um abraço que se alarga a outros povos.
Aprendi que nas provações mais duras se forjam amizades que não
distinguem nem raças, nem credos, nem origens sociais, nem níveis de instrução.
Aprendi o que é o respeito e a admiração pelos que foram
adversários e antigos inimigos.
Aprendi que quem mais preza e deseja a paz é quem já teve que
combater.
Estas são lições que têm de ser recordadas às novas gerações – mas
são lições que ninguém pode dar melhor do que vós. O vosso exemplo e a vossa
presença são hoje tão importantes como no dia em que fostes chamados.
Olhar para esta assistência é também, de certa maneira, olhar para
a história de Portugal. Os combatentes do Ultramar são os mais recentes
representantes da história singular que o nosso país teve. A história do nosso
país enche de surpresa e admiração a quem a estuda: Uma nação pequena, de
escassa população e recursos limitados, veio a desempenhar um papel singular na
história da Europa e do Mundo. Não foi uma história perfeita de gente
irrepreensível (histórias assim não existem), mas só um olhar de imenso cinismo
ficaria indiferente perante a grandeza do que foi feito.
Desde muito cedo os habitantes deste pequeno território
continental reclamaram independência e afirmaram a sua diferença. Depois, os
portugueses foram o primeiro povo europeu a navegar em longa distância nos
oceanos de forma estável e habitual, fazendo o que antes deles nenhum outro
povo da Europa se atrevera a fazer. Foram o povo que transformou o oceano, que
era uma barreira, nos mares que passaram a ser estradas. Aquilo que durante
séculos marcava o fim, o términus, passou a ser porta de passagem.
Pedro Nunes, o matemático, o maior cientista da nossa história,
sempre parco em palavras e nada dado a devaneios retóricos, disse-o sem
timidez: “Os portugueses ousaram cometer o grande mar Oceano. Entraram por ele
sem nenhum receio. Descobriram novas ilhas, novas terras, novos mares, novos
povos: e o que mais é: novo céu e novas estrelas. E perderam-lhe tanto o medo
que nem a grande quentura da torrada zona, nem o descompassado frio da extrema
parte do sul [...] lhes pode estorvar. [...] Descobrindo e passando o temeroso
cabo de Boa esperança: o mar de Etiópia, de Arábia, de Pérsia, puderam chegar à
India. Passaram o rio Ganges [...] a grande Taprobana, e as ilhas mais orientais.
Tiraram-nos muitas ignorâncias [...] E fizeram o mar tão chão que não há quem
hoje ouse dizer que achasse novamente alguma pequena ilha, alguns baixos, ou se
quer algum penedo, que por nossas navegações não seja já descoberto.” (Pedro
Nunes, 1537).
Estes acontecimentos colocaram os portugueses em contacto com
povos de todo o mundo, misturaram-nos com gente de todas as cores, levaram a fé
de Cristo aos mais recônditos cantos da Terra. E espalharam a nossa língua por
todos os continentes, a nossa língua que, como diz o poeta, é também a nossa
pátria. Os historiadores discutem há décadas como explicar estes factos
surpreendentes. Razões económicas, políticas, sociais, religiosas têm sido
avançadas como explicação, e todas elas são certamente necessárias. Mas talvez
a resposta esteja em olharmos para nós próprios: Arrojados, às vezes imprudentes,
sempre prontos para partir, voluntariosos e um pouco desorganizados, fascinados
com o novo, com o diferente, sonhadores, assim foram portugueses de todos os
tempos. Foi este movimento irreprimível de ir para fora das fronteiras do país
que, com o passar dos séculos, nos levou a África e depois nos trouxe até aqui:
nos combatentes do Ultramar estão séculos de história. E foi por causa dessa
história que agora, no presente, contamos no mundo com várias nações que, com
todo o respeito, tratamos como irmãs.
Portugal atravessa de novo momentos difíceis – mas, apesar de
tudo, são dificuldades muito mais benignas do que aquelas por que muitos de vós
passaram. É nestes momentos que o exemplo de tantos combatentes – tantos que
estão aqui e outros tantos que já não se encontram entre nós – se torna mais
necessário.
As circunstâncias específicas do momento actual são muito
diferentes das que se colocaram diante dos combatentes do Ultramar, mas os
desafios não são menores. Também hoje aquilo de que é mais preciso são homens e
mulheres que amem a sua terra, e que estejam prontos para trabalhar e lutar por
Portugal. Aquilo que os combatentes têm o dever de recordar é que o amor à
própria terra é a primeira condição para todo o desenvolvimento e todo o
progresso. Aquilo que têm a ensinar é que não há muito a esperar de quem não
ama o seu país.
Este Dia de Portugal e esta homenagem aos combatentes relembram o
que passou, mas sobretudo olham para o futuro. Estamos aqui como quem, para dar
um passo em frente, tem de começar por fincar um pé atrás. Relembramos hoje os
que combateram por Portugal porque é o futuro do nosso país que nos interessa.
Os nomes que estão nas lápides deste monumento não evocam só saudade e perda;
eles comprometem-nos: recordam-nos a todos, de maneira muito severa e muito
exigente, que quaisquer que sejam as dificuldades, não se desiste de
Portugal.
Viva Portugal!
Fotos de Miguel Pessoa (1 e 2) e Jorge Canhão (3), com a devida vénia
quarta-feira, 18 de junho de 2014
segunda-feira, 16 de junho de 2014
sexta-feira, 13 de junho de 2014
P508: BAVAROISE DE ANANÁS?!...
ENCONTROS DE UM IMPÉRIO… DESENCONTRADO
Naquele ano de 69/70,dentro do espírito da Campanha
"Por Uma Guiné Melhor", o Comando Chefe convidava alguns muçulmanos
mais representativos para viagens de peregrinação a Meca. Por razões várias eu tinha
contribuído para que 3 "Homens Grandes" de Tabancas ao redor de
Aldeia Formosa tivessem sido incluídos (com toda a justiça) numa das listas das
viagens.
Foi em cortês gesto de agradecimento que, no regresso
de Meca, e aproveitando o estarem em Lisboa, decidiram ir "partir
mantenhas" a casa dos meus pais. Envergando os seus grandiosos trajes de
"ronco" bateram à porta precisamente no dia da semana em que a minha mãe
se reunia com amigas à volta de uma chávena de chá.
Recebo na Guiné carta do Estoril...
"Meu
querido filho"... que roupagens fantásticas! Que português tão exótico o
que falavam! Que bem educados nas suas tradições, e à sua maneira!
Que
acontecimentos incríveis que tão bem souberam descrever!
A esposa do
Presidente da Câmara de Cascais convidou-os de imediato para o visitarem!
Sabes, gostaram muito do meu chá, e principalmente
da... bavaroise de ananás!”
Sentado
contra uma árvore na mata Sul da Guiné, se não me urinei a gargalhar pouco terá
faltado.
Conhecia bem
aquelas "eternas meninas" da Parada de Cascais do Portugal de então.
Sentadas, segurando nas suas mãos delicadas por tantos
ócios, as minúsculas chávenas de chá, e discutindo as delícias da bavaroise de
ananás com aqueles heróicos combatentes Fulas.
Encontros de um Império... desencontrado.
Quem sabe se regressaram às matas do Forreá carregando
nos "R" e dizendo "pecébe" no dialecto
"bem" de uma certa capital do... tal Império...
José Belo
Foto de Fulas em traje festivo - De "Luís Graça & Camaradas da Guiné", com a devida vénia
quarta-feira, 11 de junho de 2014
terça-feira, 10 de junho de 2014
segunda-feira, 9 de junho de 2014
P505: CRÓNICAS DO JERO
Mais uma história subtraída ao JERO - com a devida vénia, claro!
CHINEL Nº.5
Uma recente brincadeira
no “facebook” fez-me recordar o que muito chinelei nos meus tempos de comissão
no Norte da Guiné (Binta-Farim) já lá vão muitos anos (1964-66).
Não há nada como ter
vinte e poucos anos e ter a arte de desenrascanço que nasce connosco,
portugueses.
Quem era então
mobilizado para a Guerra do Ultramar já tinha feito recruta, especialidade e
vivido alguns meses de vida militar em quartéis. Nesses tempos calçavam-se
“botas da tropa” que tinham que se manter impecavelmente engraxadas. Não só
“intramuros” mas, principalmente quando se vinha para a rua e se podia ter um
“mau encontro”, com uns camaradas de que ninguém gostava: os polícias militares.
Feito este intróito, comum
a todos que foram para África entre 1961 e 1974, tivemos que nos adaptar a
viver dois longos anos em clima tropical.
Quem estava no “mato” não andava sempre em operações militares e no quartel (pomposo nome que se dava, normalmente, a um conjunto de barracões circundado por arame farpado) vestia – quando não estava de serviço – uns calções e pouco mais. Neste “pouco mais” é que entrava o “chinel nº. 5”…
E passadas umas semanas toda a gente chinelava "à maneira", como se sempre o tivesse feito durante toda a vida.
E o “chinel nº. 5” fazia
correr alguns riscos aos utilizadores, como bem alertavam os médicos e
enfermeiros.
Com efeito
podia-se contrair a dracunculíase
(infecção pelo Verme da Guiné) ou a elefantíase. Como, infelizmente, se podia
constatar em muitos elementos da população africana.
Mas está claro que “isso” só poderia
acontecer aos outros… e vá de usar o “chinel nº. 5”, sendo certo que a maioria
escapou a problemas de saúde.
A partir daqui o que se deixa escrito
é meramente especulativo.
Se este "produto" bem cheiroso andou na guerra só poderia ter acontecido em Estados Maiores... ou lá perto, ou seja, em cidades afastadas do "mato", onde decorriam jantares e festas com a presença de Senhoras de Oficiais.
Sinceramente veio-me à ideia a Cilinha (Cecília Supico Pinto), mas se o usou bem o mereceu, pois visitou no mato muitos militares.
Aí o Chanel nº. 5 terá “convivido”
perfeitamente com o Chinel nº. 5!!!
JERO (ex-chineleiro nº.5)
domingo, 8 de junho de 2014
P504: XXI ENCONTRO NACIONAL
Palavras da Comissão Executiva das Comemorações
no seu convite aos Portugueses
Comemorar o Dia de Portugal relembrando os que defenderam os valores
nacionais e a perenidade da Nação Portuguesa é um dever cívico actual
que as gerações vindouras devem continuar.
A Comissão Executiva das Comemorações convida os Portugueses a
acorrerem a Belém para prestarem a devida homenagem aos que serviram
Portugal, fortalecendo dessa forma os traços de identidade nacional
através do respeito aos seus “filhos” que deram a vida por Portugal.
São convidados de honra desta Homenagem aos Combatentes, a
Presidência da República, a Câmara Municipal de Lisboa, enquanto
anfitriã, todos os Municípios portugueses, as Chefias Militares, os
Adidos Culturais e Militares dos Países da CPLP, os Combatentes
agraciados com a Ordem Militar da Torre e Espada, do Valor, Lealdade e
Mérito e as Associações de Combatentes.
PROGRAMA DAS CERIMÓNIAS
10h30 – Missa no Mosteiro dos Jerónimos;
11h30 – Deslocação para junto do Monumento aos Combatentes. Concentração para a cerimónia;
12h15 – Abertura pelo Presidente da Comissão, Tenente General Fernando Sousa Rodrigues;
12h20 – Cerimónia inter-religiosa (Católica e Muçulmana);
12h25 – Homenagem a todos os Combatentes pelo Prof. Doutor Henrique Leitão;
12h35 – Homenagem aos mortos e deposição de flores;
12h55 – Hino Nacional. Salva protocolar por navio da Armada;
13h00 – Passagem de aeronaves da Força Aérea;
13h05 – Passagem final pelas lápides;
13h25 – Saltos de pára-quedistas do Exército;
13h35 – Almoço-convívio
sábado, 7 de junho de 2014
P503: A PROPÓSITO DE ALGUNS COMENTÁRIOS
REVISTA “KARAS” EDITADA EM LIVRO?
Na sequência da
publicação da última revista “Karas de Monte Real”, no passado dia 2 de Junho, surgiram na
caixa de comentários do respectivo poste diversas opiniões favoráveis à
publicação em papel das edições da revista já apresentadas no blogue. Estas
propostas mereceram do editor da revista, Miguel Pessoa, uma apreciação que foi
igualmente publicada na referida caixa de comentários.
Poderá ter passado
despercebida a muitos esta troca de opiniões, por não ser imediatamente
visível, pelo que decidimos publicá-la como um poste, para lhe dar maior
visibilidade.
…………………………………………………………………………..
Extracto do comentário do Carlos Pinheiro:
“(…) A
última palavra é nossa, de todos. Mas eu entendo que a Karas tem todas as
condições para um dia destes vir a ser publicada em livro para memórias
futuras.
O que é que acham?
O que é que acham?
Será que
vale a pena dizer que se trata de um trabalho excepcional que, apesar de todas
as novas tecnologias, merecia passar a estar nas nossas estantes? Vejam lá se
estou a ver bem? Eu acho que sim mas a decisão será sempre da maioria. (…)”
Extracto do comentário do JERO:
“(…)
Excelente ideia a do Carlos Pinheiro. Vamos nessa. (…)”
Extracto do comentário da Maria Arminda Santos:
“(…) Também
me parece interessante a feitura de uma compilação da Revista
"Karas", que não se fica nada atrás de outras, que por aí circulam.
Tem ainda uma particularidade inédita, de congregar combatentes camarigos, suas
famílias e também outros amigos. (…)
Extracto do comentário do Joaquim Mexia
Alves:
“(…) A ideia
do Carlos Pinheiro é boa e de alguma forma já foi em parte realizada.
O ano passado oferecemos ao Miguel uma encadernação contendo todos os números da Karas até àquele momento.
O ano passado oferecemos ao Miguel uma encadernação contendo todos os números da Karas até àquele momento.
Pode-se
fazer coisa parecida com todos os números, mas terá que se procurar orçamento
para tal e depois só poderá ser realizado com encomendas firmes, ou seja,
ter-se a certeza de que não ficamos com o "menino nos braços". (…)”
Extracto
do comentário da Maria Arminda Santos:
“(…) Concordo
com o amigo Joaquim e pela minha parte, assumo entrar na despesa que me couber,
pela aquisição de um exemplar e se for necessário, a comparticipação noutro que
poderia ficar na pertença da Tabanca do Centro. (…)”
Extracto
do comentário do Vasco da Gama:
“(…) Sobre a
edição de uma compilação da revista, contem comigo. (…)”
Estes reportes
mereceram o seguinte comentário do Miguel Pessoa:
Desculpem vir pôr um pouco de água na fervura, mas há
algumas dificuldades na concretização do projecto que alguns propõem de uma
edição da revista em papel.
Quando iniciei a revista Karas, idealizei-a para uma apresentação “corrida” no blogue (tipo rolo…) preocupando-me essencialmente com a largura da edição, não com o seu comprimento. Assim, muitas vezes a sua transição para uma folha de papel não seria compatível com o formato A4 pretendido.
Quando iniciei a revista Karas, idealizei-a para uma apresentação “corrida” no blogue (tipo rolo…) preocupando-me essencialmente com a largura da edição, não com o seu comprimento. Assim, muitas vezes a sua transição para uma folha de papel não seria compatível com o formato A4 pretendido.
Se forem ver a encadernação que tiveram a gentileza de me ofertar há uns tempos, num dos nossos convívios, verão as dificuldades que o pessoal envolvido na sua edição teve para o adaptar ao formato pretendido. Aliás, pretendo até levar a encadernação para o próximo convívio para lhe darem uma vista de olhos (antes do almoço, claro, que é para não me besuntarem as folhas com o azeite do bacalhau ou o molho da feijoada…)
Temos portanto dificuldade na adaptação a uma edição
em papel, custos ainda significativos e, assumindo que mantenho a saúde e
imaginação para mais uma série de números, necessidade de, de aqui a uns tempos
voltar a fazer uma outra edição para continuar a saga…
Ora, conversando com o Joaquim Mexia Alves, arranjámos aquilo que me parece ser uma solução razoável. Para quem queira agora “folhear” a última “Karas” ou uma edição mais antiga da revista, pode dirigir-se à coluna da direita e, logo no topo, tem um link que deve pressionar que o encaminha para o arquivo de todas as revistas, estas dispostas por ordem cronológica decrescente – aliás, na mesma disposição em que o blogue funciona.
Não precisam de ter papéis em casa, não gastam dinheiro e têm um acesso razoavelmente fácil e rápido a qualquer número da revista, pois com este sistema temos um acesso exclusivo às revistas sem outra “papelada” a escondê-las.
Pelo menos experimentem utilizar o sistema de etiquetas que o Joaquim teve a iniciativa (e trabalho) de preparar e que eu atrás referi. Eu pelo menos já o utilizei… e fiquei satisfeito.
…………………………………………………………………….
Com base nas palavras do Miguel Pessoa, deixamos-vos uma sugestão.
Experimentem utilizar o link no topo da coluna da direita e dêem uma vista de
olhos pelas diversas edições da revista “Karas”, que por este processo desfilam umas a seguir às outras, sem
qualquer “papelada” a atrapalhar pelo meio.
Dado o volume da informação já disponível, as revistas distribuem-se ao
longo de várias páginas. Ao chegar ao fim de cada página apenas terão que
carregar sobre “Mensagens antigas” para aceder às edições anteriores. Para
voltar à página inicial do blogue basta carregar sobre “Página inicial”.
Pensamos que estas alterações já introduzidas poderão melhorar e facilitar
a leitura de edições anteriores da “Karas” sem necessidade de se entrar em
despesas e trabalhos que podemos dispensar.
Naturalmente tomaremos na devida conta as sugestões/opiniões que quiserem
apresentar-nos.
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