terça-feira, 13 de dezembro de 2011

P162: EXERCENDO O DIREITO DE RESPOSTA...

8 comentários:

Hélder Valério disse...

Caro amigo Vasco Augusto

Pelos vistos, isso de ser habitante de um dos arrabaldes da Figueira da Foz (do Mondego), como um figueirense me explicou, é tramado...

Há sempre a possibilidade de se ser emboscado, atacado, vilipendiado. Mas dessa forma enviesada, através do pasquim Karas, não seria de esperar, pelo menos a fazer fé na aparente bondade, tranquilidade, serenidade, que o seu editor-chefe, mostrando assim como é a sua Pessoa, costuma espalhar à sua volta.

Mas também 'como dizia o outro', é a vida!

Sua senhoria, Vasco Augusto, bem fazia em efectuar um pacto com os seus muitos heterónimos, o sr. D'A, o Almirante Vermelho, o Gama, etc., para praticarem uma vigilância permanente e actuante, tendo em vista criarem uma espécie de 'frente comum' para se oporem a tão sórdidas manobras.
Convém não perder de vista que, no fundo, tudo gira à volta do cozido. Tenho para mim que todo o esforço que é feito no sentido de atacar sua senhoria tem como objectivo único afastá-lo da mesa dos comensais, induzir-lhe indisposição, para que mais e melhor possam banquetear-se. Não revele nunca o 'pacto secreto' que mantém com uma pessoa Preciosa pois isso, por si só, basta para frustrar todas essas 'manobras da reacção'.

Solidário, pá!

Abraço
Valério

"Amado Chefe" disse...

Ficar-me-ia muito mal, se publicamente não agradecesse, penhorado, a bela homenagem que o Senhor Vasco Augusto quis fazer ao Dragão, apresentando-se no Encontro Natalício da Tabanca do Centro, como ele próprio escreve, e cito: «Apresentei-me efectivamente de belo ornato azul envolvendo o meu esbelto gargalo», fim de citação.

Com efeito, este distinto Senhor apresentou-se como acima descrito, vestido de um belíssimo azul, (oh, que cor mais linda!), no meio do qual, muito discretamente, havia umas ligeiríssimas pinceladas de vermelho e verde, como que a tentar construir uma harmonia que sempre se deseja.

Realmente temos que admirar o bom senso, a educação, o “savoir faire”, do Senhor Vasco Augusto, que tão bem soube colocar as cores nas suas respectivas importâncias, ou seja, num universo azul, uns pequenos toques de vermelho e verde.

Claro que não podia deixar de ter em consideração tal simpatia, pelo que, logo dei instruções a Preciosa pessoa, (não tem nada a ver com o Miguel), para que generosamente “empanturrasse” o referido e distinto Senhor.

Mas fui mais longe, e para que ele percebesse do meu agrado, logo o enquadrei com um Pessoa “verde”, à sua esquerda, e um Reis “azul” à sua direita, de tal modo, que “vermelho” e “verde” ficaram muito bem enquadrados pelo “azul”, visto que eu mesmo estava à esquerda do Pessoa “verde”.

Do ataque de que foi alvo não me dei conta, mas isso são coisas entre “vermelhos” e “verdes”, que por qualquer coisinha, (e não tendo à mão umas bolas de golfe), enfiam com as pessoas em gaiolas e pegam fogo a cadeiras!

Quanto ao ataque planeado a Monte Real, fez muito bem o Senhor Vasco Augusto em não alinhar em semelhante despautério, porque a derrota das forças da FRELIBU, seria sem remissão, dada a longa experiência dos Monrealenses em tais lutas, já bem experimentada na pele pelos franceses, quando das suas inglórias invasões.

Resta-me saudar garbosamente o Senhor Vasco Augusto e agradecer-lhe a prosa com que nos deliciou nesta nossa Tabanca do Centro.

Assina:
O tal “Amado Chefe”.

J.Belo disse...

Aos mui acertados comentários anteriores,pelos quais envio as minhas respeitosas saudacöes,gostaria de acrescentar uma componente internacional,aparentemente(ou convenientemente?) esquecida.Uma conspiracäo de violencias feita,já vinda dos tempos em que a Senhoria D'A molhava cautelosamente o dedo do pé nas águas turvas da Guiné,e criada pela "secreta" finlandesa que nunca esqueceu o desvio de algumas peles de "UI!UI!" apanhados no Rio Grande de BUBA,e que se destinavam exclusivamente ao fabrico de capotes de inverno para o Exército Finlandës.(Para os que näo conhecem estas simpáticas alimárias guineenses recordo viverem elas junto ás margens do Rio Grande de Buba,rico em tarrafo,e serem semelhantes a gorilas com uns testículos...até ao chäo.Ao movimentarem-se nas noites escuras batem com os testículos no tarrafo,daí o seu nome local de "UI!"- "UI!".Já nessa época a Senhoria D'A era o perverso(!) que hoje se conhece,e,ao ter conhecimento da existëncia de umas fotos de um alferes passeando-se pelas praias dos Bijagós em expectaculares cuecas vermelhas(fotos depressa espalhadas pelo mundo artístico sob o título expressivo:"Tarzan dos Bijas"),e sendo a inveja,como bom benfiquista que é,outra das suas muitas qualidades pessoais,de imediato decidiu mandar fazer na tabanca umas cuecas de pele negra de "Ui!"U!"desviando estas peles do lote finlandës.Näo só criou inimigos na Finlândia como na linda cidade de Buarcos.As sucessivas excursöes por parte de mlhares de gentes do povo Bijagó que todos os anos ,literalmente, invadem com os seus animais o centro da cidade (que até näo será lá muito grande como cidadezita de...província!)comecam a chatear francamente a vizinhanca da Senhoria D'A...e daí ( a sermos francos) os tais telefonemas a meio da noite. A Senhoria D'A,em vez de fugir ás responsabilidades por ele criadas,deveria fornecer de imediato ao Povo Bijagó as fotos de quando "acuecado" em pele de "UI! "UI!" para serem afixadas,junto ás tais vermelhas,nas praias turísticas do Arquipélago.E, isto porque,estando estes povos afastados dos grandes centros de civilizacäo (precisamente como Buarcos!)näo devem ser tomados por "atrazados" (ao contrário de Buarcos?),e sabem bem do êxito artistico,e näo menos comersial, d'as "cuecas vermelhas" expostas no Red Light District de Amsterdam,entre outros locais mui artísticos. (PS/Será de mau gosto tentar apresentar os africanos fotografados numa viatura no centro de Buarcos como algo mais do que admiradores Bijagós de colonialistas em cuecas,sejam estas vermelhas ou em pele de "UI!"_"UI!"). Aquele abraco

Anónimo disse...

NOTA DE IMPRENSA DO TRIUNVIRATO

- Almirante Vermelho

- Sua Senhoria D’A

- Comandante da FRELIBU


Face à confusão instalada, resolvemos, por unanimidade, distribuir pelas terras de antigas tradições de Buarcos, Monte Real, Sesimbra, Abisko e Alcobaça um curto e conciso comentário no sentido de esclarecer mal-entendidos.

As personalidades acima mencionadas, que constituem a elite, a flor, o escol, a nata da revolução em curso, não têm rigorosamente nada a ver com um tal frequentador de “Comezainas monterrealenses” que é conhecido por Vasco Augusto, que por vezes também se assina por Rodrigues da Gama e outras ainda juntando os quatro nomes para se armar em importante!
Que os seguidores dessa Tabanca do Centro e da Revisteka Caras tenham a clara, exacta, rigorosa e verdadeira noção que esse cavalheiro é para nós “persona non grata”, tal como o são todos os habituais atabancados de Monte Real carregados de reumático e de artroses que nunca conheceram, em toda a sua vida, outras armas para além do garfo e da faca!

J.Belo disse...

Esqueci-me de salientar que este "escrito2 tem erros ortográficos tanto do antigamente ,como dos modernistas.Digamos que está escrito a modos do portugës falado no planalto dos Macondes e na Lapónia,mas que foi escrito ao correr do...dedo!?!...foi.

"Amado Chefe" disse...

Perante "Nota de Imprensa" tão rasca, coitadinha, apenas nos resta, de muito bom grado, prestar a nossa solidariedade ao distinto, (às vezes também diz...branco!), Senhor Vasco Augusto, nosso insigne companheiro e camarigo.

Parafraseando algumas "palavras de ordem", usadas quando o nosso querido Portugal se deixou tomar pela louca febre revolucionária, gritamos:

Força, força, camarigo Vasco
não ligues ao que diz
o "Triunvirato de tasco"!

Anónimo disse...

"Triunvirato de tasco"?! Mais se assemelha ao "Grupo do chavasco"... A minha solidariedade para com o Vasco Augusto, embora não partilhando dos mesmos gostos clubistas... Mas a verdade é que aqueles três lhe andam a "fazer a folha"... e a nós, por acréscimo, também!
D'Karas

Anónimo disse...

Exmo Senhor
Director da prestigiada Revisteka Karas:
Ao abrigio da lei de imprensa, que consigna o direito de resposta, venho solicitar a V.Exa. a inserção deste meu repúdio por uma afirmação do St Vasco Augusto, a que junto um ou outro considerando, dada a fartura e variedade de comentários, que não esclareceram aquele particular.
Assim, refere aleivosamente o dito Senhor Vasco Augusto que"facínoras ateus" atearam chamas a uma hipotética catedral. Contesto: em primeiro lugar, a dita não o é, pois não abriga deuses nem santos. Se for um lugar de culto, não passará de culto pagão, idolatra, designativo de todo o individuo que não é cristão nem judaísta, antes herético, e o Jesus que por lá anda não interessa nem ao Menino; em segundo, a qualidade de ateu é caracteristica dos incrédulos no transcendente, que apenas acreditam na capacidade dos homens se entenderem e criarem relações harmoniosas entre si, do que resulta a fragilidade do argumento aduzido, muito menos a infame insinuação de que foram verdes os incendiários (então os ateus vermelhos já não são facínoras?).
Aliás, seria oportuno que o Sr Director mandasse explorar essa pista dos "fios de sangue", naturalmente vermelhos, para se apurar da veracidade do ditado que reza, "em casa onde falta o pão, todos ralham e ninguém tem razão".
Por último, ou como diria o viajado Joseph, last but not the least, quero salientar e referir a V.Exa. o elevado nível literário (nem sempre em correspondência com o sentido da escrita) que a revista que tão bem dirige vem exibindo, na certeza de uma cruzada pela elevação dos espíritos a um patamar de concórdia que, mais tarde ou mais cedo, atingiremos, apesar de alguns enfartamentos do cozido.
Post Scriptum: e a nota de dez? Reparecerá ela manchada de sangue?
Abraços fraternos
JD