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segunda-feira, 27 de maio de 2019

P1139: O HABITUAL CONVÍVIO ANUAL DA TABANCA GRANDE

Como é já habitual, mesmo não participando no Encontro o Manuel "Kambuta" Lopes passou pelo local da concentração para cumprimentar os presentes e rever pessoal menos habitual nestas paragens. Aqui com o Carlos Vinhal, editor do blogue "Luís Graça & Camaradas da Guiné".
Não são muito assíduos nas reuniões da Tabanca do Centro mas são caras nossas conhecidas por já terem participado mais que uma vez nos nossos convívios. O Jorge Canhão e esposa Maria de Lurdes mais o Helder Valério Sousa vieram de Setúbal, trazendo consigo a Maria Arminda Santos (que aqui já tinha arrancado para a cerimónia religiosa, entretanto iniciada).
 O Almiro Gonçalves, outro habitual da Tabanca do Centro, confraternizando com os recém-chegados Helder Valério Sousa e o Jorge Picado.
Após a cerimónia religiosa avançou-se para a habitual foto de grupo, tendo como pano de fundo a fachada do Monte Real Palace Hotel, onde se realizava o Encontro.
Com um dia bem agradável a ajudar à festa, foi possível servir-se as entradas no terraço exterior à sala onde decorreria o almoço, proporcionando um espaço acolhedor para o pessoal poder confraternizar com velhos conhecidos.
E o nosso conhecido JERO aproveita para pôr a conversa em dia com o Vasco Ferreira. Afinal, só se vêm neste Encontro anual...
O António Matos é "cliente" certo do Encontro anual da Tabanca Grande, o mesmo já não se podendo dizer em relação aos da Tabanca do Centro, de que tem andado arredado,,,
O Amado Chefe Joaquim Mexia Alves tem colaborado na organização deste evento em tudo o que está relacionado com a logística fornecida pelo Palace Hotel Monte Real - estadias e alimentação.
Curiosamente em pano de fundo desta foto aparece-nos o combatente mais antigo presente, da "colheita" de 1959 - o Mário Magalhães.
O nossos bem conhecidos Jorge Pinto e o António Maria Silva representavam - e bem - o pessoal da Linha (ou Linhas), já que outros por motivos diversos não puderam estar presentes.
De Torres Novas vieram duas caras habituais na Tabanca do Centro - o Carlos Pinheiro e o Lúcio Vieira. Aqui com dois estreantes na Tabanca Grande - Gen. João Bento Soares e José Ramos.
O António Pimentel entabulando conversa com o João Crisóstomo e esposa Vilma. Este casal veio dos Estados Unidos da América com o objectivo de participar no Encontro Nacional da Tabanca Grande.
E o Juvenal Amado não quis faltar ao Encontro da Tabanca Grande, estando mais uma vez presente.
Três caras habituais nos encontros da Tabanca do Centro, aqui participando na reunião anual da casa-mãe - O Manuel Augusto Reis, Agostinho Gaspar e Almiro Gonçalves.
Embora se vejam quase todos os meses há sempre motivo para mais uma conversa entre o JERO e a Giselda Pessoa. 
E o Miguel Pessoa lá teve que fazer uma "selfie" para provar que também tinha estado no Encontro. A foto ainda apanhou em fundo a Maria Arminda Santos. A agenda sobrecarregada desta nossa camarada não lhe tem permitido estar presente nos nossos encontros com a regularidade que deseja.
Embora com um número de presenças mais reduzido do que em anos anteriores, o Régulo da Tabanca Grande Luís Graça mostrava-se satisfeito com a forma como o Encontro decorreu. E para o ano há mais. Que o pessoal vá tendo saúde e disposição para participar!...

terça-feira, 16 de abril de 2019

P1126: MAIS UM INCENTIVO

Para quem queira fazer o "2 em 1", no dia do nosso convívio em 24 de Abril tem a possibilidade de assistir em Leiria à inauguração da exposição  "A Aviação Militar Portuguesa na Grande Guerra 1914-1918", a partir das 18H00.


quarta-feira, 20 de março de 2019

P1115: NOVO LIVRO DO JOAQUIM MEXIA ALVES


Do nosso camarigo Joaquim Mexia Alves recebemos um texto que aqui reproduzimos, em que faz referência ao lançamento de mais uma obra sua em sessão que irá decorrer no próximo dia 30 de Março, no Mosteiro de Santa Clara – Irmãs Clarissas, em Monte Real.

Aqui fica o convite para essa sessão, para os camaradas que queiram e possam estar presentes.

A Tabanca do Centro



Meus amigos,

O meu segundo livro está editado e até já começou a ser vendido.

No entanto a apresentação do mesmo só será feita no dia 30 de Março.

Copio a "notícia" que coloquei na minha página do Facebook:

«Estão todos convidados para a apresentação do meu livro “Orando em Verso II”.

A receita da venda deste livro, (depois de deduzidas as despesas de edição), será inteiramente entregue às Irmãs Clarissas de Monte Real, para ajudar as obras do Mosteiro que recentemente construíram em Timor.

O livro pode ser adquirido também enviando um mail para orandoemverso@gmail.com e na resposta serão dadas todas as indicações para o poder receber em casa.

Ainda restam alguns, poucos, exemplares do primeiro livro, “Orando em Verso”, cuja receita de venda foi e é entregue à Paróquia da Marinha Grande para a construção do Centro Pastoral, de imensa necessidade para a paróquia.

Pode ser adquirido também com envio de mail para o mesmo endereço electrónico acima referido.

Muito obrigado a todos pelo vosso apoio e colaboração.

Envio também convite e poster feitos pela Paulus para o evento.»

Abraços amigos e gratos do
Joaquim Mexia Alves



quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

P1099: POR UMA BOA CAUSA, NO PRÓXIMO DIA 9 DE FEVEREIRO


Contactou-nos o nosso camarigo Luís Branquinho Crespo, solicitando-nos a difusão do cartaz e convite junto do pessoal da Tabanca do Centro, dando-lhes conhecimento e convidando-os para estarem presentes na Festa que a “Resgatar Sorrisos” vai levar a efeito.

O espectáculo realiza-se no próximo dia 9 de Fevereiro pelas 21.30 horas no Teatro José Lúcio da Silva e tem como objectivo permitir que a "Resgatar Sorrisos" (ONGD) possa concluir a Escola que leva a efeito em Candamã (Guiné-Bissau) e cuja construção já vai no lintel.

CONCERTO SOLIDÁRIO

No próximo dia 9 de Fevereiro pelas 21:30 horas terá lugar em Leiria no Teatro José Lúcio da Silva um Concerto Solidário organizado pela Associação Humanitária “Resgatar Sorrisos” com vista à angariação de fundos para a construção de uma Escola em Candamã na Guiné-Bissau. E a ajuda à construção dessa escola contribui também para fazer sorrir Crianças com Paralisia Cerebral em Leiria da A.P.P.C..

Nesse Concerto Solidário actuará o conjunto “Projecto Fado com Alma” garantindo assim uma viagem pelo Fado, de alguma forma diferente com uma alma própria e intensa, com o objectivo de homenagear o fado e melodias portuguesas de sempre. Os elementos que compõem este projecto interpretam os diversos temas com toda a alma do fado, onde diferentes sonoridades se destacam acompanhadas por uma componente multimédia.

Será mais um Concerto do “Projecto Fado Com Alma” após a sua passagem pelo Casino da Figueira da Foz, pelo Teatro da Malaposta em Lisboa, pela SIC e RTP, entre outros.

Vem ao Concerto Solidário no próximo dia 9 de Fevereiro pelas 21:30 horas em Leiria, no Teatro José Lúcio da Silva  (aberto entre as 18:00 e as 21:30 horas), e com pouco mais de doze sorrisos ajuda à construção de uma escola na Guiné-Bissau. Aguardamos pela vossa presença.

Vem e ajuda a construir uma Escola na Guiné-Bissau!


RESGATAR SORRISOS – Associação Humanitária para a Cooperação e Desenvolvimento
Largo da Infantaria 7, n.º 19, 1.º Andar, 2410 - 111 Leiria – Portugal
Tel. (351) 244 843 270 7 / Fax: (351) 244 843 279; Tm 91 835 32 65; Tm 964 396 573




sexta-feira, 14 de dezembro de 2018

P1084: LIVRO "VOANDO SOBRE UM NINHO DE STRELAs"


Informa-nos o nosso camarada António Martins de Matos que o livro que publicou recentemente, "Voando sobre um ninho de Strelas", já pode ser comprado online.
Podem então fazê-lo através da loja "Pássaro de Ferro", sítio a que podem aceder carregando  aqui.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2018

P1083: "VOANDO SOBRE UM NINHO DE STRELAS"

APRESENTAÇÃO DO LIVRO FOI EM 11 DE DEZEMBRO

Sinceramente contávamos que pudesse estar mais gente presente na apresentação do livro do António Matos aos camaradas da Guiné, mas compreendemos que muitos factores terão contribuído para esta menor afluência de pessoal, sendo uma delas o afastamento geográfico de muitos dos eventuais interessados. Mas a sessão decorreu bem, com manifesto interesse dos presentes, o que levou inclusive a um período no final, com perguntas e respostas e esclarecimentos de parte a parte. 
O António Matos e o Régulo da Tabanca do Centro, Joaquim Mexia Alves.
O António Matos posa aqui ao lado do Luís Graça, editor-chefe da Tabanca Grande, blogue onde publicou os seus primeiros textos, o que acabou por incentivá-lo a escrever o livro agora editado.
Dois camaradas presentes nesta sessão, o Vitor Caseiro e o Agostinho Gaspar - que não costumam faltar a estas apresentações - com o Régulo da Tabanca do Centro, Joaquim Mexia Alves, convidado para a mesa de honra como representante do nosso blogue.
Algumas figuras conhecidas da Tabanca do Centro: Aqui em primeiro plano, o JERO e o Juvenal Amado, vendo-se ainda em segundo plano o Agostinho Gaspar e o Vitor Caseiro. Lá atrás o Carlos Silva, camarada que vemos circular por quase todas as Tabancas... Na foto não é muito visível a presença do Helder Valério Sousa, um camarada que esporadicamente nos dá o prazer da sua companhia nos nossos convívios.
Naturalmente estas sessões envolvem normalmente a aquisição da nova obra, o que é o caso do Vitor Caseiro, que ainda adquiriu mais algum exemplar para oferta.
Ao fundo vemos a Giselda a conversar com a Teresa, filha do António Matos, psicóloga que colaborou no livro com um capítulo da sua área de formação.
O Miguel Pessoa também lá esteve, mas ficou atrás da máquina fotográfica...
Na mesa de honra para além do autor três convidados representando blogues que reúnem combatentes da Guiné - Victor Barata (Especialistas da BA12), Joaquim Mexia Alves (Tabanca do Centro) e Luís Graça (Luís Graça & Camaradas da Guiné, vulgo Tabanca Grande).
Na imagem, entre a assistência o JERO e o filho, sendo este uma versão do pai nos velhos tempos, mas num tamanho ligeiramente maior...
Um aspecto da assistência, que seguiu com interesse as apresentações dos três oradores e as palavras finais do autor do livro.
No final o António Matos agradeceu o apoio do pessoal que esteve presente na sessão de apresentação desta sua obra e que assim quis acompanhá-lo neste momento significativo da sua vida. É que, tendo já plantado duas árvores e criado dois filhos, a este livro poderá juntar brevemente um segundo, que ele pelos vistos gosta de fazer tudo a dobrar...

Deixamos-vos para leitura o texto que o Joaquim Mexia Alves leu no decorrer da sessão - sistema que, segundo ele, garantiria que assim não iria alongar-se muito para além do que tinha sido programado...


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INTERVENÇÃO DO JOAQUIM MEXIA ALVES

"Escuso-me de fazer cumprimentos formais, visto que estamos entre camaradas de armas, combatentes, amigos.
Uma palavra apenas de cumprimentos aos meus colegas de mesa, muito especialmente ao António Martins Matos, autor do livro e meu amigo, o que com orgulho afirmo.

O António Martins Matos é um homem desassombrado, frontal, sincero, honesto, consigo próprio e com os outros, (especialmente com os seus amigos), e que não se preocupa, nem tem receio do “politicamente correcto”, dizendo sempre aquilo que são os factos e a sua opinião sobre eles, sem medo de que possa “ficar mal”.

Por isso mesmo, este é um livro que apresenta todas essas qualidades, quanto a mim, claro, pois é um livro desassombrado, sincero, frontal, onde o autor não se coíbe de apresentar factos, emitir opiniões e, como se costuma dizer em português corrente, “chamar os bois pelo nome”, sejam eles do passado ou do presente.

E é um livro que se lê num só folego, porque o António não escreve, fala connosco e conta-nos a sua história, as suas histórias, no tom coloquial directo que quem o conhece, lhe reconhece.

Mas não se pense no entanto que, por causa do atrás afirmado, o António não se deixa levar pelos sentimentos, pela emoção, pela delicadeza, o que está bem presente no episódio que conta sobre a enfermeira paraquedista Maria Celeste Costa, que ele termina com uma frase cheia de significado: «O hélice continuava a rodar…»

Para além de tudo o que esta frase significa de sentimento e delicadeza, tem também um ensinamento, que a nós vulgarmente chamados “tropa do chão”, não nos deve passar desapercebido e que é a referência ao hélice no masculino.
Com efeito o António ao longo do livro vai-nos ensinando os termos da Força Aérea e não só, que a alguns de nós, “tropa do chão”, são desconhecidos e por isso mesmo por vezes causam pequenas irritações nos Pilotos da Força Aérea, o modo como nos expressamos em relação aos aviões, avionetas e outros mimos como estes.
Eu por acaso até tenho alguma formação na coisa, dados os muitos fins de tarde passados na Esquadra dos Falcões em Monte Real, em alegres convívios, (para não dizer mais), em que volta e meia lá me diziam que eu já devia ter aprendido tais nomenclaturas.
Esses fins de tarde até deram origem a um voo de A7P, pilotado pelo “Fininho”, não o citado no livro, mas outro que também esteve na Guiné, e que é uma das coisas da minha vida que nunca esquecerei.

Mas continuemos no livro.

Se esperam de mim uma recenção literária de fino recorte e saber, desiludam-se, porque para tal não tenho engenho nem arte e este livro é, pelo menos para mim, demasiado terra-a-terra, no bom sentido, claro, e como tal merece muito mais que fale do coração do que do intelecto.

Uma das muitas coisas que retiro deste livro é a forma como o mesmo se vai desenvolvendo, a mobilização, a chegada, o ajustamento às circunstâncias, o tirar partido do pouco ou muito que se tem à disposição, a experiência que o vai tornando veterano e a partida e chegada ao ponto de origem.
É que ao lê-lo também eu fui sendo conduzido pelo mesmo caminho e a atravessar memórias que estavam guardadas há muito cá dentro, na cachimónia.

E o António vai-nos brindando com expressões de humor, do melhor humor português, aquele que se faz de subentendidos, de tiradas maliciosas sem o serem verdadeiramente, aquele humor tão bem identificado nos velhos filmes portugueses, e que hoje se perdeu, para se transformar em rebaixaria e outras coisas que tais.

Claro que o António nos fala da guerra, não só da sua, mas da de todos nós, e não se coíbe de apresentar factos e deles tirar ilações lógicas, opiniões fundamentadas, não tendo receio de afirmar o que muitos sabem, mas têm medo de afirmar porque não estão em consonância com o pensamento uniformizador que hoje em dia, (e já do anterior tempo), se pretende instalar nas cabeças entorpecidas pela apatia e o comodismo individualista.

Por causa da minha ligação à Força Aérea atrás referida, (até tenho um irmão que foi Piloto no tempo da famosa Base de Sintra), sempre tive por aquela gente uma grande admiração e sempre soube e percebi da sua generosidade e disponibilidade para os outros, mas a verdade é que ainda hoje em dia, (e naqueles tempos também), para muitos a Força Aérea pouco ou nada fazia, não chegava quando era precisa e mais ainda, protegiam-se, não se colocando em risco demasiado.

Neste livro o António dá-nos a dimensão do esforço dessa gente da Força Aérea, desde o Piloto ao Cabo mais simples, passando pelas enfermeiras paraquedistas, mostrando-nos toda a sua disponibilidade e entrega, mau grado tantas condições adversas que viviam, e, obviamente o enorme risco de vida que corriam.
Nós, “tropa do chão”, temos que reconhecer todo o trabalho que esta gente do ar nos prestou na Guiné, e não só, e percebermos que muitos de nós, provavelmente estamos vivos, porque alguém da altura dos céus da Guiné nos protegeu e ajudou.

Fala-nos também do Ten. Cor. José Almeida Brito, primeiro Piloto a falecer por causa do míssil Strela, com a voz repassada de orgulho, mas também de indignação, pelo modo como foi tratado todo aquele processo, para não lhe chamar outra coisa.

E mais à frente volta ao tema, (que quem me conhece sabe que piso e repiso, infelizmente sem grande sucesso), do abandono dos corpos dos militares falecidos por terras de África, e também ao abandono dos militares africanos que juraram a mesma Bandeira Portuguesa, como nós e foram abandonados à sua sorte madrasta, que culminou para uma grande parte deles no fuzilamento pelos novos senhores dos novos países.

E depois leva-nos a pensar nesta coisa de sermos combatentes, do tal Dia dos Combatentes, permanentemente enxovalhados por uns sujeitos que fazem uns discursos, (tipo palmadinha nas costas), para nos adormecer e manter caladinhos, até porque já faltam poucos anos para todos desaparecermos da história dos vivos e assim tudo fica resolvido: “Tudo como dantes, quartel general em Abrantes”!

Chama a sua filha para nos falar dos medos, das ansiedades, das recordações da guerra e nos lembrar que ainda há tantos que sofrem na pele, no seu dia-a-dia todos esses problemas, abandonados a maior parte das vezes por um estado que nem quer ouvir falar deles, mas que tem recursos, pelos vistos, bastos e disponíveis para aqueles que, perdoem-me a nota humorística, dele se servem, perdão, queria dizer, ou talvez não, o servem.  
  
A sua filha diz mesmo que um “dos factores determinantes para a capacidade de resiliência mental do ser humano é sentir-se amado.
Se aqueles que sofrem ainda a guerra poderão ser amados pelos seus familiares, não o são com certeza pelo Estado que serviram, aliás, não só não são amados como nem sequer reconhecidos.

Mais uma vez peço perdão pelas minhas palavras, mas quando nos recordam a guerra e os nossos camaradas de armas como tão bem o António nos faz neste livro, também eu parto para a frontalidade e não me consigo calar.
Por isso, obrigado António!

Para finalizar uma nota de humor!

Ao chegar ao fim do livro e perante os anexos não pode deixar de sorrir ao ver nos documentos ali retratados o carimbo de Muito Secreto!!!
E eu que pensava que secreto era secreto, mas pelos vistos, também há o muito secreto!

Termino contando-vos um segredo, mas este classificado como pouco secreto:
O António Martins Matos tem neste livro uma obra acabada, mas que não acaba, porque continua viva dentro de nós combatentes.

Por isso mais uma vez: Obrigado António!

Lisboa, 11 de Dezembro de 2018
Joaquim Mexia Alves"

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Posteriormente informou-nos o nosso camarada António Martins de Matos que o livro "Voando sobre um ninho de Strelas", já pode ser comprado online.
Podem então fazê-lo através da loja "Pássaro de Ferro", sítio a que podem aceder carregando  aqui.

A Tabanca do Centro

domingo, 9 de dezembro de 2018

P1081: É JÁ EM 11 DE DEZEMBRO

LANÇAMENTO DO LIVRO DO ANTÓNIO M. MATOS


Lembramos a apresentação do livro "Voando sobre um ninho de Strelas", 
do nosso camarada António Martins de Matos. sessão aberta ao público em geral 
e aos combatentes da Guiné em particular, programada para o próximo 
dia 11 de Dezembro, pelas 18H00, em Lisboa (Hotel Travel Park).
O António Matos certamente apreciará a vossa presença.





segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

P1079: APRESENTAÇÃO DO LIVRO DO ANTÓNIO M. MATOS

EM 11 DE DEZEMBRO, PELAS 18H00, EM LISBOA



O nosso camarigo António Martins de Matos acaba de editar um livro sobre a Guerra Colonial e a Guiné, a que chamou "Voando sobre um ninho de Strelas". Sendo um livro que interessa essencialmente aos que passaram por aquelas terras, este nosso camarada achou que seria importante fazer uma apresentação especialmente dedicada a todos esses antigos combatentes.

Recebemos agora a confirmação da apresentação desta sua obra ao público em geral e aos combatentes da Guiné em particular, grupo em que a Tabanca do Centro está naturalmente incluída. A sessão está programada para o próximo dia 11 de Dezembro, pelas 18H00, em Lisboa (Hotel Travel Park).

Na Mesa de Honra está prevista a presença de representantes dos 3 Blogues que se têm dedicado a este tema - Luís Graça & Camaradas da Guiné, Tabanca do Centro e Especialistas da BA12.

O nosso camarada terá certamente grande satisfação em ter junto de si os camaradas da Guiné, pelo que aqui fica o convite por ele feito. De acordo com informações recebidas anteriormente salientamos que o Hotel em que vai decorrer a sessão dispõe de estacionamento, o que facilitará a vida a quem se deslocar de viatura.
A Tabanca do Centro

"Caros amigos

A uma semana do lançamento do meu livro, “Voando sobre um ninho de Strelas”, está na altura de me ajudarem a divulgar o evento.

Recordando, o Lançamento será na Terça Feira 11 de Dezembro pelas 18H00, no Hotel Travel Park, na Av. Almirante Reis 64, (do lado que sobe para a Praça do Chile), em Lisboa.

Desde já o meu MUITO OBRIGADO pelo vosso apoio.

Abraços
António Martins de Matos"




quinta-feira, 15 de novembro de 2018

P1072: APRESENTAÇÃO DE LIVRO NA FORÇA AÉREA


“VOANDO SOBRE UM NINHO DE STRELAs”


Organizada com a colaboração da Força Aérea Portuguesa decorreu nas instalações do seu Estado Maior a apresentação do livro “Voando sobre um ninho de Strelas”, da autoria do nosso camarigo António Martins de Matos.

O livro aborda naturalmente o percurso militar do autor, com incidência no período da sua comissão de serviço na Guiné (1972-1974) e dando especial realce ao ano de 1973 e o seu verão quente, de má memória para a Força Aérea.


A obra foi apresentada ao público pelo seu camarada de curso na Academia Miitar e da Força Aérea, Major-General Campos Almeida.


Como habitualmente, à apresentação do livro seguiu-se uma sessão de autógrafos, bastante concorrida.


Sendo desejo do autor proporcionar ao público em geral e aos combatentes da Guiné em particular uma sessão para eles direccionada, teve o nosso camarada a iniciativa de preparar, num ambiente mais informal, uma apresentação dedicada essencialmente aos que passaram por aquele território.

Prevê-se que essa sessão decorra nas instalações do Hotel Travel Park, na Avª Almirante Reis, em Lisboa, tendo o autor convidado para a Mesa de Honra os representantes de três blogues que se têm dedicado a este tema – Luís Graça & Camaradas da Guiné, Tabanca do Centro e Especialistas da BA12.

Em princípio programado para 11 de Dezembro, pelas 18H00, aqui daremos em devido tempo novas informações sobre este evento, sugerindo que os interessados assentem desde já a data na sua agenda. O Hotel dispõe de parque de estacionamento, o que será uma mais-valia para quem se desloque de fora de Lisboa.

sábado, 3 de novembro de 2018

P1068: É EM 11 DE NOVEMBRO, EM LEIRIA

CONCERTO DA BANDA DA FORÇA AÉREA

Do Núcleo de Leiria da Liga de Combatentes recebemos a seguinte informação:

Junto se envia em anexo o cartaz para o concerto em Titulo.
Contamos com a vossa presença.
Bilhetes disponíveis na bilheteira do Teatro José Lúcio em Leiria

Com os melhores cumprimentos



Liga dos Combatentes - Núcleo de Leiria
Av. 25 de Abril, Lt 12. r/c D.
2400-625 Leiria
Tel. 244 001 600


Esclarecendo a informação contida no final do cartaz, pouco visível, 
informa-se que a entrada é livre, limitada à lotação da sala.

www.teatrojlsilva.pt
INF. 244823600 (18H00 às 22H00)