quinta-feira, 19 de junho de 2014

P511: AINDA A CERIMÓNIA DO 10 DE JUNHO EM BELÉM




Palavras do Senhor Professor Doutor Henrique Leitão
Cerimónia de Homenagem aos Combatentes em 10 de Junho de 2014

Portugueses – Combatentes de Portugal:

Entendeu a Comissão Executiva para a Homenagem Nacional aos Combatentes convidar este ano, como orador, para proferir umas breves palavras, um professor universitário, que se dedica à história da ciência, que não foi combatente, e que certamente não passou pelas durezas por que muitos de vós passaram.

A oportunidade de me dirigir a esta assistência e ao que ela representa é seguramente uma das maiores distinções que recebi na minha vida. Estou aqui, pois, antes de mais nada, para prestar o meu respeito e a minha homenagem a todos os combatentes, e para, com todos eles, lembrar muito em especial os que tombaram. De certa maneira estou aqui para dar voz a tantos da minha geração que, tendo vivido em circunstâncias muito diferentes das vossas, olham com curiosidade, com admiração e, sobretudo, com imenso respeito, para todos vós.

Ao começar estas breves palavras vale sempre a pena relembrar algo que é para todos nós uma evidência: não viemos aqui para celebrar nem uma ideologia nem uma política. Não viemos nem para comemorar vitórias nem para lamentar derrotas. Não viemos para julgar. Também não viemos apenas para relembrar o passado, como algo frio e distante que se examina com interesse vago ou apenas com saudade.

Estamos aqui neste Dia de Portugal para relembrar e homenagear, talvez com comoção, mas também e sobretudo com alegria, a grandeza dos que lutaram por Portugal, e para comemorar, com esperança, este amor pela nossa terra e pelas suas gentes. A passagem dos anos torna este Encontro Nacional cada vez mais importante e mais significativo. O tempo pode esbater as circunstâncias concretas dos feitos que recordamos, mas realça e torna mais nítidos o esforço e a entrega dos combatentes.

Pobre de um país que não olhe com respeito e admiração para aqueles que o serviram nas situações mais duras e mais extremas. Pobre de um país que não lembre aqueles que por ele deram tudo. Pobre de um país que não recorde os seus mortos. A História de uma nação não é só feita de conquistas materiais – sejam elas de que tipo forem. A história é feita também de memória e de exemplos. Exemplos que o passado projecta no presente e nos esclarecem sobre quem somos. É por isso que o vosso esforço e o vosso exemplo nunca serão esquecidos. Não fui combatente, mas por razões familiares e de amizade, conheci e privei ao longo dos anos com muitos que o foram. Gostava de dizer o que aprendi com eles, ou seja, o que aprendi convosco.

Aprendi convosco que os verdadeiros soldados lutam não porque odeiam o que têm diante, mas porque amam o que deixaram em casa.
Aprendi que das missões em terras distantes nasce o encanto por essas terras e pelos seus habitantes.
Aprendi que o amor ao próprio país não é um sentimento que fecha, mas um abraço que se alarga a outros povos.
Aprendi que nas provações mais duras se forjam amizades que não distinguem nem raças, nem credos, nem origens sociais, nem níveis de instrução.
Aprendi o que é o respeito e a admiração pelos que foram adversários e antigos inimigos.
Aprendi que quem mais preza e deseja a paz é quem já teve que combater.

Estas são lições que têm de ser recordadas às novas gerações – mas são lições que ninguém pode dar melhor do que vós. O vosso exemplo e a vossa presença são hoje tão importantes como no dia em que fostes chamados.

Olhar para esta assistência é também, de certa maneira, olhar para a história de Portugal. Os combatentes do Ultramar são os mais recentes representantes da história singular que o nosso país teve. A história do nosso país enche de surpresa e admiração a quem a estuda: Uma nação pequena, de escassa população e recursos limitados, veio a desempenhar um papel singular na história da Europa e do Mundo. Não foi uma história perfeita de gente irrepreensível (histórias assim não existem), mas só um olhar de imenso cinismo ficaria indiferente perante a grandeza do que foi feito.

Desde muito cedo os habitantes deste pequeno território continental reclamaram independência e afirmaram a sua diferença. Depois, os portugueses foram o primeiro povo europeu a navegar em longa distância nos oceanos de forma estável e habitual, fazendo o que antes deles nenhum outro povo da Europa se atrevera a fazer. Foram o povo que transformou o oceano, que era uma barreira, nos mares que passaram a ser estradas. Aquilo que durante séculos marcava o fim, o términus, passou a ser porta de passagem.

Pedro Nunes, o matemático, o maior cientista da nossa história, sempre parco em palavras e nada dado a devaneios retóricos, disse-o sem timidez: “Os portugueses ousaram cometer o grande mar Oceano. Entraram por ele sem nenhum receio. Descobriram novas ilhas, novas terras, novos mares, novos povos: e o que mais é: novo céu e novas estrelas. E perderam-lhe tanto o medo que nem a grande quentura da torrada zona, nem o descompassado frio da extrema parte do sul [...] lhes pode estorvar. [...] Descobrindo e passando o temeroso cabo de Boa esperança: o mar de Etiópia, de Arábia, de Pérsia, puderam chegar à India. Passaram o rio Ganges [...] a grande Taprobana, e as ilhas mais orientais. Tiraram-nos muitas ignorâncias [...] E fizeram o mar tão chão que não há quem hoje ouse dizer que achasse novamente alguma pequena ilha, alguns baixos, ou se quer algum penedo, que por nossas navegações não seja já descoberto.” (Pedro Nunes, 1537).

Estes acontecimentos colocaram os portugueses em contacto com povos de todo o mundo, misturaram-nos com gente de todas as cores, levaram a fé de Cristo aos mais recônditos cantos da Terra. E espalharam a nossa língua por todos os continentes, a nossa língua que, como diz o poeta, é também a nossa pátria. Os historiadores discutem há décadas como explicar estes factos surpreendentes. Razões económicas, políticas, sociais, religiosas têm sido avançadas como explicação, e todas elas são certamente necessárias. Mas talvez a resposta esteja em olharmos para nós próprios: Arrojados, às vezes imprudentes, sempre prontos para partir, voluntariosos e um pouco desorganizados, fascinados com o novo, com o diferente, sonhadores, assim foram portugueses de todos os tempos. Foi este movimento irreprimível de ir para fora das fronteiras do país que, com o passar dos séculos, nos levou a África e depois nos trouxe até aqui: nos combatentes do Ultramar estão séculos de história. E foi por causa dessa história que agora, no presente, contamos no mundo com várias nações que, com todo o respeito, tratamos como irmãs.

Portugal atravessa de novo momentos difíceis – mas, apesar de tudo, são dificuldades muito mais benignas do que aquelas por que muitos de vós passaram. É nestes momentos que o exemplo de tantos combatentes – tantos que estão aqui e outros tantos que já não se encontram entre nós – se torna mais necessário.

As circunstâncias específicas do momento actual são muito diferentes das que se colocaram diante dos combatentes do Ultramar, mas os desafios não são menores. Também hoje aquilo de que é mais preciso são homens e mulheres que amem a sua terra, e que estejam prontos para trabalhar e lutar por Portugal. Aquilo que os combatentes têm o dever de recordar é que o amor à própria terra é a primeira condição para todo o desenvolvimento e todo o progresso. Aquilo que têm a ensinar é que não há muito a esperar de quem não ama o seu país.

Este Dia de Portugal e esta homenagem aos combatentes relembram o que passou, mas sobretudo olham para o futuro. Estamos aqui como quem, para dar um passo em frente, tem de começar por fincar um pé atrás. Relembramos hoje os que combateram por Portugal porque é o futuro do nosso país que nos interessa. Os nomes que estão nas lápides deste monumento não evocam só saudade e perda; eles comprometem-nos: recordam-nos a todos, de maneira muito severa e muito exigente, que quaisquer que sejam as dificuldades, não se desiste de Portugal. 

Viva Portugal!

Fotos de Miguel Pessoa (1 e 2) e Jorge Canhão (3), com a devida vénia

sexta-feira, 13 de junho de 2014

P508: BAVAROISE DE ANANÁS?!...


           ENCONTROS DE UM IMPÉRIO… DESENCONTRADO

Naquele ano de 69/70,dentro do espírito da Campanha "Por Uma Guiné Melhor", o Comando Chefe convidava alguns muçulmanos mais representativos para viagens de peregrinação a Meca. Por razões várias eu tinha contribuído para que 3 "Homens Grandes" de Tabancas ao redor de Aldeia Formosa tivessem sido incluídos (com toda a justiça) numa das listas das viagens.
 

Foi em cortês gesto de agradecimento que, no regresso de Meca, e aproveitando o estarem em Lisboa, decidiram ir "partir mantenhas" a casa dos meus pais. Envergando os seus grandiosos trajes de "ronco" bateram à porta precisamente no dia da semana em que a minha mãe se reunia com amigas à volta de uma chávena de chá.

Recebo na Guiné carta do Estoril...

"Meu querido filho"... que roupagens fantásticas! Que português tão exótico o que falavam! Que bem educados nas suas tradições, e à sua maneira!
Que acontecimentos incríveis que tão bem souberam descrever!
A esposa do Presidente da Câmara de Cascais convidou-os de imediato para o visitarem!
Sabes, gostaram muito do meu chá, e principalmente da... bavaroise de ananás!”

Sentado contra uma árvore na mata Sul da Guiné, se não me urinei a gargalhar pouco terá faltado.
Conhecia bem aquelas "eternas meninas" da Parada de Cascais do Portugal de então.
Sentadas, segurando nas suas mãos delicadas por tantos ócios, as minúsculas chávenas de chá, e discutindo as delícias da bavaroise de ananás com aqueles heróicos combatentes Fulas.

Encontros de um Império... desencontrado.
Quem sabe se regressaram às matas do Forreá carregando nos "R" e dizendo "pecébe" no dialecto "bem" de uma certa capital do... tal Império...

José Belo

Foto de Fulas em traje festivo - De "Luís Graça & Camaradas da Guiné", com a devida vénia

segunda-feira, 9 de junho de 2014

P505: CRÓNICAS DO JERO

Mais uma história subtraída ao JERO - com a devida vénia, claro!

CHINEL Nº.5

Uma recente brincadeira no “facebook” fez-me recordar o que muito chinelei nos meus tempos de comissão no Norte da Guiné (Binta-Farim) já lá vão muitos anos (1964-66).

Não há nada como ter vinte e poucos anos e ter a arte de desenrascanço que nasce connosco, portugueses.

Quem era então mobilizado para a Guerra do Ultramar já tinha feito recruta, especialidade e vivido alguns meses de vida militar em quartéis. Nesses tempos calçavam-se “botas da tropa” que tinham que se manter impecavelmente engraxadas. Não só “intramuros” mas, principalmente quando se vinha para a rua e se podia ter um “mau encontro”, com uns camaradas de que ninguém gostava: os polícias militares.

Feito este intróito, comum a todos que foram para África entre 1961 e 1974, tivemos que nos adaptar a viver dois longos anos em clima tropical.

Quem estava no “mato” não andava sempre em operações militares e no quartel (pomposo nome que se dava, normalmente, a um conjunto de barracões circundado por arame farpado) vestia – quando não estava de serviço – uns calções e pouco mais. Neste “pouco mais” é que entrava o “chinel nº. 5”…

E passadas umas semanas toda a gente chinelava "à maneira", como se sempre o tivesse feito durante toda a vida. 
E o “chinel nº. 5” fazia correr alguns riscos aos utilizadores, como bem alertavam os médicos e enfermeiros. 


Com efeito podia-se  contrair a dracunculíase (infecção pelo Verme da Guiné) ou a elefantíase. Como, infelizmente, se podia constatar em muitos elementos da população africana.

Mas está claro que “isso” só poderia acontecer aos outros… e vá de usar o “chinel nº. 5”, sendo certo que a maioria escapou a problemas de saúde.

E quanto ao verdadeiro, o autêntico “Chanel nº. 5”, quem o usaria?

A partir daqui o que se deixa escrito é meramente especulativo.

Se este "produto" bem cheiroso andou na guerra só poderia ter acontecido em Estados Maiores... ou lá perto, ou seja, em cidades afastadas do "mato", onde decorriam jantares e festas com a presença de Senhoras de Oficiais.
                  
Sinceramente veio-me à ideia a Cilinha (Cecília Supico Pinto), mas se o usou bem o mereceu, pois visitou no mato muitos militares.

Aí o Chanel nº. 5 terá “convivido” perfeitamente com o Chinel nº. 5!!!

JERO (ex-chineleiro nº.5)

domingo, 8 de junho de 2014

P504: XXI ENCONTRO NACIONAL

 
Palavras da Comissão Executiva das Comemorações
no seu convite aos Portugueses

Comemorar o Dia de Portugal relembrando os que defenderam os valores nacionais e a perenidade da Nação Portuguesa é um dever cívico actual que as gerações vindouras devem continuar.

A Comissão Executiva das Comemorações convida os Portugueses a acorrerem a Belém para prestarem a devida homenagem aos que serviram Portugal, fortalecendo dessa forma os traços de identidade nacional através do respeito aos seus “filhos” que deram a vida por Portugal.

São convidados de honra desta Homenagem aos Combatentes, a Presidência da República, a Câmara Municipal de Lisboa, enquanto anfitriã, todos os Municípios portugueses, as Chefias Militares, os Adidos Culturais e Militares dos Países da CPLP, os Combatentes agraciados com a Ordem Militar da Torre e Espada, do Valor, Lealdade e Mérito e as Associações de Combatentes.

PROGRAMA DAS CERIMÓNIAS


10h30 – Missa no Mosteiro dos Jerónimos;

11h30 – Deslocação para junto do Monumento aos Combatentes. Concentração para a cerimónia;

12h15 – Abertura pelo Presidente da Comissão, Tenente General Fernando Sousa Rodrigues;

12h20 – Cerimónia inter-religiosa (Católica e Muçulmana);

12h25 – Homenagem a todos os Combatentes pelo Prof. Doutor Henrique Leitão;

12h35 – Homenagem aos mortos e deposição de flores;

12h55 – Hino Nacional. Salva protocolar por navio da Armada;

13h00 – Passagem de aeronaves da Força Aérea;

13h05 – Passagem final pelas lápides;

13h25 – Saltos de pára-quedistas do Exército;

13h35 – Almoço-convívio




sábado, 7 de junho de 2014

P503: A PROPÓSITO DE ALGUNS COMENTÁRIOS



REVISTA “KARAS” EDITADA EM LIVRO?

Na sequência da publicação da última revista “Karas de Monte Real”, no passado dia 2 de Junho, surgiram na  caixa de comentários do respectivo poste diversas opiniões favoráveis à publicação em papel das edições da revista já apresentadas no blogue. Estas propostas mereceram do editor da revista, Miguel Pessoa, uma apreciação que foi igualmente publicada na referida caixa de comentários.
Poderá ter passado despercebida a muitos esta troca de opiniões, por não ser imediatamente visível, pelo que decidimos publicá-la como um poste, para lhe dar maior visibilidade.
…………………………………………………………………………..
Extracto do comentário do Carlos Pinheiro:
“(…) A última palavra é nossa, de todos. Mas eu entendo que a Karas tem todas as condições para um dia destes vir a ser publicada em livro para memórias futuras.
O que é que acham?
Será que vale a pena dizer que se trata de um trabalho excepcional que, apesar de todas as novas tecnologias, merecia passar a estar nas nossas estantes? Vejam lá se estou a ver bem? Eu acho que sim mas a decisão será sempre da maioria. (…)”

Extracto do comentário do JERO:
“(…) Excelente ideia a do Carlos Pinheiro. Vamos nessa. (…)”

Extracto do comentário da Maria Arminda Santos:
“(…) Também me parece interessante a feitura de uma compilação da Revista "Karas", que não se fica nada atrás de outras, que por aí circulam. Tem ainda uma particularidade inédita, de congregar combatentes camarigos, suas famílias e também outros amigos. (…)

Extracto do comentário do Joaquim Mexia Alves:
“(…) A ideia do Carlos Pinheiro é boa e de alguma forma já foi em parte realizada.
O ano passado oferecemos ao Miguel uma encadernação contendo todos os números da Karas até àquele momento.
Pode-se fazer coisa parecida com todos os números, mas terá que se procurar orçamento para tal e depois só poderá ser realizado com encomendas firmes, ou seja, ter-se a certeza de que não ficamos com o "menino nos braços". (…)”

Extracto do comentário da Maria Arminda Santos:
“(…) Concordo com o amigo Joaquim e pela minha parte, assumo entrar na despesa que me couber, pela aquisição de um exemplar e se for necessário, a comparticipação noutro que poderia ficar na pertença da Tabanca do Centro. (…)”

Extracto do comentário do Vasco da Gama:
“(…) Sobre a edição de uma compilação da revista, contem comigo. (…)”

Estes reportes mereceram o seguinte comentário do Miguel Pessoa:

Desculpem vir pôr um pouco de água na fervura, mas há algumas dificuldades na concretização do projecto que alguns propõem de uma edição da revista em papel.
Quando iniciei a revista Karas, idealizei-a para uma apresentação “corrida” no blogue (tipo rolo…) preocupando-me essencialmente com a largura da edição, não com o seu comprimento. Assim, muitas vezes a sua transição para uma folha de papel não seria compatível com o formato A4 pretendido.

Se forem ver a encadernação que tiveram a gentileza de me ofertar há uns tempos, num dos nossos convívios, verão as dificuldades que o pessoal envolvido na sua edição teve para o adaptar ao formato pretendido. Aliás, pretendo até levar a encadernação para o próximo convívio para lhe darem uma vista de olhos (antes do almoço, claro, que é para não me besuntarem as folhas com o azeite do bacalhau ou o molho da feijoada…)

Temos portanto dificuldade na adaptação a uma edição em papel, custos ainda significativos e, assumindo que mantenho a saúde e imaginação para mais uma série de números, necessidade de, de aqui a uns tempos voltar a fazer uma outra edição para continuar a saga…

Ora, conversando com o Joaquim Mexia Alves, arranjámos aquilo que me parece ser uma solução razoável. Para quem queira agora “folhear” a última “Karas” ou uma edição mais antiga da revista, pode dirigir-se à coluna da direita e, logo no topo, tem um link que deve pressionar que o encaminha para o arquivo de todas as revistas, estas dispostas por ordem cronológica decrescente – aliás, na mesma disposição em que o blogue funciona.

Não precisam de ter papéis em casa, não gastam dinheiro e têm um acesso razoavelmente fácil e rápido a qualquer número da revista, pois com este sistema temos um acesso exclusivo às revistas sem outra “papelada” a escondê-las.

Pelo menos experimentem utilizar o sistema de etiquetas que o Joaquim teve a iniciativa (e trabalho) de preparar e que eu atrás referi. Eu pelo menos já o utilizei… e fiquei satisfeito.

…………………………………………………………………….

Com base nas palavras do Miguel Pessoa, deixamos-vos uma sugestão. Experimentem utilizar o link no topo da coluna da direita e dêem uma vista de olhos pelas diversas edições da revista “Karas”, que por este processo  desfilam umas a seguir às outras, sem qualquer “papelada” a atrapalhar pelo meio.

Dado o volume da informação já disponível, as revistas distribuem-se ao longo de várias páginas. Ao chegar ao fim de cada página apenas terão que carregar sobre “Mensagens antigas” para aceder às edições anteriores. Para voltar à página inicial do blogue basta carregar sobre “Página inicial”.

Pensamos que estas alterações já introduzidas poderão melhorar e facilitar a leitura de edições anteriores da “Karas” sem necessidade de se entrar em despesas e trabalhos que podemos dispensar.

Naturalmente tomaremos na devida conta as sugestões/opiniões que quiserem apresentar-nos.

Os editores


Parte superior do formulário