domingo, 8 de outubro de 2023
quarta-feira, 4 de outubro de 2023
sexta-feira, 29 de setembro de 2023
terça-feira, 26 de setembro de 2023
quinta-feira, 21 de setembro de 2023
P1417: DIVULGAÇÃO
Solicitou-nos o Núcleo de Leiria da Liga dos Combatentes que colaborássemos na divulgação de um evento que irá decorrer em Leiria nas próximas semanas, nas instalações do Banco das Artes – Galeria.
Deixamos-vos
ainda alguma informação retirada da Net.
O LOCAL
Construído em 1923 para agência do Banco
de Portugal, o edifício faz parte da história e da paisagem urbana de Leiria.
Esta é uma das inúmeras marcas deixadas
pelo arquiteto Ernesto Korrodi, sendo hoje um dos principais espaços culturais
da cidade.
LOCALIZAÇÃO
Largo 5 de Outubro, n.º 43, 2400-120 Leiria
GPS: 39º44’41.2”N | 8º48’24.8”W
HORÁRIO
Segunda a sexta: 09h00 – 12h30 | 14h00 – 17h30 (serviços administrativos)
Segunda a sexta: 09h00 – 12h00 | 14h00 – 17h00 (durante exposições)
Sábado e domingo: 14h00 – 18:00 (durante exposições)
ENTRADA GRATUITA
INFORMAÇÃO ADICIONAL
Telefone: 244 839 619 | 244 839 606
Ainda através do nosso camarada Mário Ley
Garcia temos a informação de que no dia 23 de Setembro, às 16h00, no mesmo
local (edifício do ex-banco de Portugal, perto do Jardim Luís de Camões) será
lançado o livro de evocação do centenário do Núcleo de Leiria da Liga dos
Combatentes escrito pelo Doutor Acácio de Sousa e pelo Mário Ley Garcia.
De seguida será então inaugurada a exposição de pintura do pintor Leiriense, Sousa Lopes, que retratou a guerra em quadros.
Se tiverem oportunidade compareçam.
terça-feira, 19 de setembro de 2023
quarta-feira, 13 de setembro de 2023
terça-feira, 22 de agosto de 2023
P1414: UM COMPANHEIRO FIEL AO LONGO DESTES ÚLTIMOS ANOS
Deixamos-vos algumas imagens que documentam a participação empenhada do nosso saudoso camarada Manuel Nunes Mendes ao longo destes últimos anos nos convívios da Tabanca do Centro, participação muitas vezes alargada à esposa Idalina e até aos dois netos, Henrique e Alexandre.
À família enlutada enviamos os nossos sentidos pêsames.
A Tabanca do Centro
segunda-feira, 21 de agosto de 2023
P1413: MANUEL NUNES MENDES
sábado, 5 de agosto de 2023
P1412: PARA LÁ DO SOL POSTO...
O ANIMAL MAIS PERIGOSO…
O nosso camarada José Belo deixa-nos hoje algumas dicas como caçador experimentado, já com mais de quarenta anos de provas dadas no extremo norte da Suécia, na sua querida Lapónia.
Quem vive isolado nesta região, sem vizinhos próximo, está habituado a providenciar o seu próprio sustento através da caça e da pesca. Arcas congeladoras são importantes para guardar durante todo o ano as grandes quantidades de carne selvagem que aqui vai sendo abatida e consumida, para além dos diversos peixes locais como a truta e o salmão.
Lembro que um alce fornece muitos mais quilos de carne consumível que um cavalo grande. As renas funcionam um bocado como os porcos na Lusitânia... tudo se consome, desde o lombo, filé, febras, perna fumada, sangue para enchidos etc.
Por aqui encontrar alces e abatê-los não é difícil pois existem alguns milhões (!) na Escandinávia. O problema surge quanto ao transporte da carne do animal abatido para casa.
Um alce adulto é maior e mais carnudo que um cavalo grande. Para um grupo de caçadores é fácil distribuir a melhor carne por todos. Aqui onde vivo o vizinho mais próximo está a cerca de 300(!) quilómetros da minha casa, por isso a “equipa” de caçadores é constituída por este Lusitano único...
Ou se tem a sorte de abater o alce à beira da picada (a densidade das florestas e o tipo de terreno preferido pelos alces tornam praticamente inutilizáveis os veículos aqui usados ) ou há que esquartejá-lo aproveitando unicamente a carne mais conveniente para grelhar, assar ou fumar.
Julgar que se pode deixar o cadáver esquartejado para vir buscar mais carne, curtas horas depois, traz sempre a surpresa de só restarem no local a pele mais grossa e… os cornos da alimária!
Os caçadores lusitanos habituados (noutros tempos!) a colocar uma dúzia de perdizes à cintura devem levar em conta este pequeno-grande detalhe.
E, para colocar a carne ao ombro, há que não esquecer que a mesma deverá ter sido cuidadosamente raspada de toda a pelagem. Não o fazer leva a que tanto o pescoço, as costas e o vestuário fiquem completamente crivados de carraças, que incrivelmente sobrevivem aos quarenta e tal graus negativos dos invernos locais!
Apesar das vacinas há sempre o perigo das muito graves consequências da febre da carraça.
Sem querer entrar em humor político o facto é que de há muito sofremos de
uma invasão russa de uma espécie de carraças, transportada pelos rebanhos de
renas nas suas deslocações e pelos animais selvagens, que obviamente não
“reconhecem” a fronteira russa.
A experiência diz-nos que as vacinas actualmente existentes não afectam este tipo de carraças novas na Escandinávia. Por isso, com o humor “seco” típico da Lapónia, os locais respondem sempre aos visitantes que perguntam quais são os animais mais perigosos que podem ser encontrados (esperam referências a ursos, alcateias de lobos ou víboras):
- “O animal mais perigoso de encontrar na floresta é… a carraça!”














