terça-feira, 13 de setembro de 2016
sexta-feira, 9 de setembro de 2016
P817: EM TEMPO DE REPRISES...
A FORÇA DA NATUREZA
“Folheando” recentemente
o último número da revista Karas de Junho, chamou-me a atenção o episódio em
que a Giselda mostrava ao nosso camarigo Carlos Santos umas fotos por
nós tiradas numa deslocação que fizemos à zona de Guileje no “longínquo” ano de
1995.
Parte dessas fotografias tinha já feito parte de um Poste saído no blogue
“Luís Graça & Camaradas da Guiné”, integradas na minha apresentação ao blogue - em Janeiro de 2009 (!), já lá vão mais de
sete anos…
Tivemos entretanto a
oportunidade de enviar ao Carlos Santos essas fotos digitalizadas que ele tinha
mostrado interesse em receber – e que hoje voltamos aqui a reproduzir.
Porque em grande parte o
que eu disse nesse Poste acabei por não cumprir (nomeadamente a promessa de
ficar calado…), não resisto a transcrever algumas das partes então publicadas,
com a devida vénia aos editores do blogue “Luís Graça & Camaradas da Guiné”
– vulgo Tabanca Grande – que tiveram então a gentileza de editar. Em alguns pontos poderão verificar a
existência de (…). São partes do texto inicial que considerei não ter interesse
reproduzir nesta altura. Mas se tiverem muita curiosidade sempre podem ir à Tabanca Grande espreitar o Poste 3816...
..................................................................................................................
“Caro
Luís Graça
A
publicação do livro do Cor. Coutinho e Lima sobre a retirada do Guileje e os
subsequentes comentários que sobre esta matéria têm inundado este blogue
conseguiram de certa moda tirar-me da inércia que tenho mantido sobre um
assunto que tenho considerado demasiado íntimo e difícil de partilhar. E
desengane-se quem pensa que isso vai mudar... [Desengano-me
eu, que desde então já me fartei de falar… Comentário meu, actual]
Mas
porque, como muitos dos "frequentadores" deste blogue, dedicamos um
carinho especial a um momento difícil das nossas vidas nessa longínqua Guiné,
gostaria de partilhar algumas imagens do Guileje que tive a oportunidade de fixar no ano de 1995, quando ali passei uma semana, envolvido na gravação de um documentário sobre Guileje, realizado por José Manuel Saraiva para a RTP.
| Para além de uma assistente da realização, podemos aqui identificar ao meu lado o Cor. Coutinho e Lima e o nosso camarigo Manuel Augusto Reis, meus companheiros de viagem. |
Para
começar, apresento as minhas "credenciais": Miguel Pessoa, à data Tenente-Piloto-Aviador
do Quadro Permanente da Força Aérea. Cumpri a comissão na Guiné no período de
18NOV72 a 14AGO74, com um intervalo passado em Lisboa (entre 7ABR73 e início de
AGO73) para recuperar das mazelas sofridas quando da minha ejecção de Fiat G91,
depois de atingido por um SAM-7 "Strela" durante um apoio de fogo ao
aquartelamento de Guileje.
À
chegada ao Teatro de Operações estava apenas qualificado para voar o Fiat G-91
mas rapidamente o saudoso TCor. Almeida Brito, Comandante do Grupo Operacional
1201. ministrou-me um curso intensivo de DO-27 que me habilitou a operar este
avião por muitas das pistas ali existentes (64 ao todo, se bem me lembro, que
as contei na minha carta de voo). Assim, até Abril de 1973 dividi a minha
actividade de voo entre o Fiat G-91 (1/3 das horas) e o Do-27 (os restantes
2/3). A partir daí e até ao fim da comissão a minha actividade de voo foi
essencialmente feita no Fiat G-91.
(…)
Pelas
datas que acima refiro se pode dizer que não estou minimamente habilitado para
falar sobre a retirada do Guileje, que no difícil período de Abril e Maio de
1973 estava eu a recuperar de uma perna partida e de uma compressão das
vértebras (perdi 2cms de altura...), que isto de se trabalhar sentado também
não é tão fácil como pode parecer. Mas sobre o Guileje só posso dizer que a coisa
já não estava boa em Março pois naquele dia (um domingo, 25) eu estava lá para
fazer um apoio de fogo ao aquartelamento, na sequência de um flagelamento do
IN.
(…)
Mas
vamos então às fotografias... É interessante que, olhando a fotografia do
aquartelamento publicada no blogue, se realçam os campos abertos que permitiam
às NT ver uma eventual aproximação do IN e a nós, pilotos, poder fazer uma boa aproximação ao
aquartelamento e dispor de um espaço razoável para "pôr o estojo no
chão". E, claro, tirá-lo de lá depois..
![]() |
| Com a devida vénia ao então Cap. Jorge Parracho, detentor da foto. |
Não
foi nada disso que pude observar no local quando lá voltei em 1995 - por terra,
claro...
Aliás o monte de baga-baga que está numa das fotos, ao pé da porta
d'armas, está no enfiamento da antiga pista (desaparecida).
O espaço acimentado
que mostro nesta outra fotografia foi outrora a placa de helicópteros (usada por mim
em 26MAR73, quando daí fui evacuado para Bissau).
Agora,
na realidade, a placa está muito mais agradável pois dispõe de amplas sombras
que lhe são fornecidas pela magestosa vegetação que ali prolifera pelo meio do
cimento, com 5 ou mais metros de altura (e 20 anos de crescimento selvagem, à
data).
Finalmente,
fotos com monumentos que ficaram no aquartelamento e que dali não foram
retirados pelo PAIGC, embora antes da nossa chegada estivessem cobertos pelo
capim que ali existia - o qual foi limpo a mando da produção, para permitir a
realização do documentário.
Saudações
a todos os ex-combatentes da Guiné e às respectivas famílias, que tanto
sofreram com a sua ausência.
Um
abraço fraterno
Miguel
Pessoa”
.............................................................................................................................................
Na altura não incluí,
mas considero bastante interessantes as fotos deste camião que ali ficou
abandonado pelas nossas tropas e através do qual ao longo de 20 anos uma árvore
se foi insinuando e crescendo, ficando os dois – veículo e árvore –
interligados para sempre, um testemunho da força da natureza...
Miguel Pessoa
segunda-feira, 5 de setembro de 2016
P816: EM LEIRIA, NO PRÓXIMO DIA 25 DE SETEMBRO
5º ENCONTRO DOS
COMBATENTES
DO CONCELHO DE
LEIRIA
Recebemos do nosso
camarigo Mário Ley Garcia o pedido de divulgação desta iniciativa da C.M.
Leiria e do Núcleo de Leiria da Liga dos Combatentes. Aos interessados chama-se
a atenção para a data limite de inscrição abaixo referida.
A Câmara Municipal de Leiria e o Núcleo de
Leiria da Liga dos Combatentes, com a colaboração do RA4, BA5, PSP, GNR e
juntas de freguesias do concelho, estão a promover o 5º Encontro dos
Combatentes do Concelho Leiria que se realizará no dia 25 de Setembro.
Este ano o programa conta com a participação
especial da Orquestra Ligeira do Exército (OLE), às 14:30, no Teatro José Lúcio
da Silva. A entrada é gratuita para os Combatentes e familiares que se
inscreverem até ao próximo dia 15 nas Juntas de Freguesia ou no Núcleo de
Leiria.
Programa:
• 14h00 – Recepção dos convidados no Teatro
José Lúcio da Silva (TJLS)
• 14h30 – Actuação da Orquestra Ligeira do
Exército no TJLS
• 16h15 – Cerimónia de Homenagem aos
Combatentes no Largo 5 de Outubro
• 17h00 – Visita à Exposição das Forças Armadas
• 17h30 – Lanche convívio no Mercado Santana
sexta-feira, 12 de agosto de 2016
sábado, 6 de agosto de 2016
P814: HISTÓRIAS CURTAS DAS TERMAS DE MONTE REAL - 3
VIROU-SE O FEITIÇO
CONTRA O FEITICEIRO…
Nos anos 60/70 costumava vir
para o Hotel um Senhor Doutor, homem de bom trato, mas “esfusiante”, nervoso,
que falava alto e dava nas vistas.
Era bastante mais velho do
que eu e tinha por costume, infelizmente, vir por detrás de mim e dar-me uma
palmada nas costas, que ele julgava “meiga” mas que afinal tinha força
demasiada e chegava a magoar.
Avisei-o várias vezes para
não repetir tal “cumprimento”, o que nunca surtiu efeito até ao dia em que
respondi na “mesma moeda”. Terminaram nesse momento, finalmente, as palmadas
nas minhas costas.
Mas o referido senhor, tinha
a convicção, ou pelo menos apregoava aos “sete ventos” tal condição, de ser um
conhecedor e praticante das artes marciais, vulgo Karate.
Nesse tempo no Hotel
trabalhava então um rapaz dos seus 14/15 anos como “groom” (como à época se
dizia), já “bem espigado”, e que longe de ser tímido e reservado, sendo
respeitador, não deixava de ter a sua personalidade, como se costuma dizer.
As suas funções, para além
de ir buscar os jornais, ir ao correio, fazer recados, etc., eram também as de abrir
as portas de vai-vem que davam acesso ao corredor que levava à Sala de Jantar,
e as portas da referida sala, à hora das refeições.
Ora um dia, por volta das 12H30,
hora a que se abria a sala para os almoços (mês de Agosto, Sala de Jantar
cheia), o Senhor Doutor ao entrar na sala, e quando o "groom" lhe abria a porta,
fez menção, na brincadeira, de executar um “pontapé de Karate” dirigido ao
rapaz.
Apanhado de surpresa, o rapaz agarrou-lhe a perna, tendo o Senhor Doutor ficado estendido ao comprido no meio das mesas da Sala de Jantar, para gáudio e risota dos restantes hóspedes.
Teve o senhor o bom senso de não apresentar nenhuma reclamação, foram apresentadas as desculpas necessárias e, pelo menos no Hotel, pararam as “bravatas” sobre os seus dotes de “karateca”.
Apanhado de surpresa, o rapaz agarrou-lhe a perna, tendo o Senhor Doutor ficado estendido ao comprido no meio das mesas da Sala de Jantar, para gáudio e risota dos restantes hóspedes.
Teve o senhor o bom senso de não apresentar nenhuma reclamação, foram apresentadas as desculpas necessárias e, pelo menos no Hotel, pararam as “bravatas” sobre os seus dotes de “karateca”.
Joaquim Mexia Alves
domingo, 24 de julho de 2016
P813: HISTÓRIAS CURTAS DAS TERMAS DE MONTE REAL - 2
AINDA O RODRIGUINHO…
Mais
uma das aventuras do Rodriguinho nas Termas de Monte Real.
Um dia,
julgo que ao fim da tarde, o Rodriguinho decidiu tomar um banho de imersão na
casa de banho do seu quarto.
A sua
mãe preparou a banheira com a água quente e o rapazinho foi para a casa de
banho, tendo fechado a porta pelo lado de dentro.
Passado
algum tempo sem dar sinal, a mãe preocupada foi bater à porta da casa de banho,
mas não obteve resposta.
Ao fim
de muito bater à porta, de gritar pelo Rodriguinho e de tudo fazer para ter uma
resposta do filho, dirigiu-se à recepção do Hotel, obviamente preocupadíssima.
Um dos
porteiros foi com a senhora ao quarto e depois de muito insistir e não obter
resposta, decidiu arrombar a porta da casa de banho.
Aberta
a porta, a mãe entrou de rompante na casa de banho e deu com o Rodriguinho
deitado na banheira de olhos muito abertos e quieto, como se tivesse tido um
qualquer ataque e tivesse morrido.
Aos
gritos desesperados da mãe, o Rodriguinho levantou-se e deu uma sonora
gargalhada!
Claro
que a mãe aliviada e sempre condescendente, apenas o repreendeu com palavras
mansas.
Foi
preciso um grande esforço da parte do porteiro, para não encher o Rodriguinho
de bofetadas, que era o que ele merecia!
Poder-se-iam
contar histórias quase intermináveis do Rodriguinho, mas deixo aqui esta
última, a partir da qual a família de tão “encantadora” criança deixou de
frequentar o Hotel.
Naquele
tempo a maior parte da roupa do Hotel, (lençóis, toalhas, etc.) era colocada a
secar em grandes estendais, na mata das Termas por detrás do Hotel.
Ora um
dia em que o estendal estava cheio de lençóis brancos a secar, o Rodriguinho
passou por ali e, sujando as mãos na terra, foi-as limpando nos lençóis,
acabando por sujar irremediavelmente a maioria dos lençóis, que tiveram de ser
novamente lavados.
Quem
não achou graça nenhuma à brincadeira foram as empregadas da lavandaria, que
decidiram dar uma lição ao “menino”.
Quando
este passava por um caminho junto à lavandaria do Hotel, as empregadas
despejaram em cima dele um alguidar de água, de tal modo que o Rodriguinho
ficou que nem um “pinto molhado”!
A
chorar foi fazer queixinhas à mãe, que muito indignada veio por sua vez
protestar, junto do meu pai, Olympio Duarte Alves, trazendo pela mão o
Rodriguinho.
Enquanto
a Senhora demonstrava a sua indignação, o Rodriguinho (sem ela ver) ia dando
pontapés na perna do meu pai, que a certa altura não se conteve e dando-lhe um
empurrão, fez com que o Rodriguinho fosse parar a um canteiro de canas da índia
que estava ali mesmo ao lado.
A
indignação da Senhora subiu de tom, e disse então que se ia embora daquele Hotel,
ao que o meu pai respondeu, que desde que tinha sabido do último episódio do
Rodriguinho com os lençóis já tinha mandado tirar a respectiva conta, pois
hóspedes assim não interessavam ao Hotel.
E assim
acabaram as “aventuras” do Rodriguinho no Hotel Monte Real, tendo voltado a paz
aos hóspedes durante o mês de Agosto.
Joaquim
Mexia Alves
quinta-feira, 14 de julho de 2016
quarta-feira, 6 de julho de 2016
P811: 54º Encontro da Tabanca do Centro - Monte Real, 24 de Junho de 2016
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Fotografias do Manuel Lopes
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sábado, 2 de julho de 2016
P810: REVISTA "KARAS" DE JUNHO
Um bando de madrugadores estava já reunido no Café Central bem cedinho. Também ajuda grande parte deles morar nas redondezas... Vemos na foto da esquerda o José Luís Rodrigues (de pé, como já é habitual...) e sentados, o António Sousa, Manuel Mendes, José da Silva e Manuel "Kambuta" Lopes.
E na foto da direita, dois dos habituais utilizadores da T-Shirt da Tabanca do Centro, o Joaquim Mexia Alves e o Carlos Santos.
O Manuel Mendes resolveu trazer ao conívio os dois netinhos, aqui sob a guarda da avó Lina. E o nosso amigo Kambuta aproveitou para recordar velhos tempos...
O Manuel Jacinto de vez em quanto aparece com novas aquisições (ou quase novas...). Desta vez trouxe o António Pinto Alves, que se fazia acompanhar da esposa Graziela.
Destacamos a vinda do Rui Marques Gouveia, que não quis deixar de estar presente, rodeando-se de familiares próximos - a irmã Graciete, o cunhado José Ricardo e o neto Rodrigo (de costas), este já presente em anteriores ocasiões. Aqui o grupo conversa com o António Frade.
A componente feminina sempre presente nos encontros da Tabanca do Centro. Vemos três habituais participantes, a Isabel Gaspar, Gina Marques e Giselda Pessoa.
Aqui em conversa com o Almiro Gonçalves e o António Frade, o Juvenal Amado vê com alguma apreensão a continuidade da sua presença nestes convívios, dada a sua recente "transferência" de Fátima para a Reboleira e o significativo aumento de custos com as deslocações a Monte Real. Fica aqui um pedido ao pessoal da Linha (mormente da de Sintra...) para uma eventual colaboração com este nosso camarada, que gostaríamos de continuar a ver nestes nossos encontros.
Do grupo de Torres Novas presentes no 54º encontro apenas falta aqui o Lúcio Vieira. Se contarmos os potenciais participantes o grupo pode chegar aos nove, o que poderá dificultar a cativação de uma mesa para todos. Talvez uma mesa corrida média...
Registamos na imagem os manos Manuel e João Rodrigues, o "pivot" Carlos Pinheiro, dois estreantes - Francisco Prata e José Fialho Ferro - e o Manuel Ramos.
O grupo da Linha em formação cerrada, com o António Fernando Marques à frente, seguindo-se o António Maria Silva, o Luís R. Moreira e, encoberto, o José Miguel Louro.
Por falar em grupos: Por indisponibilidade do Carlos Prata e do José Luís Malaquias, o gangue de Aveiro esteve representado unicamente pelo Manuel Reis. "Pois é", parece ele dizer... Esperamos que em Setembro os três Metralhas possam estar novamente juntos.
Ao lado de outro Santos - o Raul - o Carlos Santos observa o álbum de fotografias que a Giselda tinha trazido, com fotos tiradas na zona do aquartelamento de Guileje no ano de 1995. Já lhe foram entretanto disponibilizadas cópias digitalizadas, para o Carlos ir matando saudades...
Com mais um encontro no papo - a sua 54º presença consecutiva - o Agostinho Gaspar vai dialogando com o Domingos Santos, Luís Branquinho Crespo, António Pinto Alves e Manuel Jacinto.
O Manuel da Ponte lá teve que se esforçar por chegar a tempo, devido aos seus afazeres. É aqui seguido pelo José Jesus Rodrigues, um regresso a registar. Ao fundo, o Carlos Pinheiro e o Mário Ley Garcia conversam.
O Carlos Manata e o Manuel Ferreira da Silva trocando impressões com o Manuel Reis.
Estava na hora de arrancar para o almoço. E, pacientemente, os fotógrafos lá esperam que o pessoal se "arrume" para a foto da praxe. Entretanto, sempre vai dando para se registar o granel...
E era tempo de tomar lugar à mesa, Como habitualmente, constituiram-se alguns grupos regionais... Este é o grupo da Linha (mais correcto dizer das linhas - de Cascais e de Sintra...), com o Luís R. Moreira, José Miguel Louro, António Maria Silva e o casal Marques, Gina e Fernando.
O Abílio Vieira Marques (com a esposa Maria) tinha inscrito o casal Caneira (Joaquim e Maria), e os dois casais escolheram um local pacato para almoçar.
Opção idêntica foi escolhida pelo Rui Marques Gouveia - uma mesa pacata onde juntou os familiares - a irmã Graciete, o cunhado José Ricardo e o neto Rodrigo.
É realmente difícil fazer uma foto de grupo do pessoal de Torres Novas... Nesta tentativa vemos, de costas, os manos João e Manuel Rodrigues e o Carlos Pinheiro; de frente, o Manuel Ramos, Lúcio Vieira e o estreante Francisco Prata. Encoberto está outro estreante, o José Fialho Ferro.
Ah! Nesta foto da esquerda já podemos ver o encoberto José Fialho Ferro, bem como o perfil do Carlos Pinheiro. E na da direita, em primeiro plano o Manuel da Ponte e o António Sousa, liderando uma das mesas compridas.
O Diamantino Ferreira e Emília eram estreia absoluta, inscritos pelo Kambuta. Já o Fernando Faustino e Aldina foram inscrição de última hora mas, vá lá, ainda chegou a tempo...
Partilhando uma mesa, o JERO ao lado do Mário Ley Garcia e do José Jesus Rodrigues. E o Domingos Santos junto do Baltazar Rosado Lourenço, este regressado depois de uma crise que impediu a sua presença nos dois encontros anteriores.
O Manuel Mendes conversa com o amigo Kambuta num dos cantos da mesa. E estes dois camaradas - José Pimentel Carvalho e Vitor Junqueira - têm andado um pouco arredados do nosso convívio.
O Manuel Jacinto junto dos dois camaradas que inscreveu para este encontro - o Luís Branquinho Crespo e o António Pinto Alves.
E a Hortense Mateus aproveita um intervalo para pôr a conversa em dia com a Giselda Pessoa.
O Baltazar Rosado Lourenço estreava um telemóvel?/smarthone?/IPad?/IPod? sofisticado que até dava para fazer chamadas. Agora, talvez convenha leres as instruções...
Num canto da mesa, desconfiamos que estes três camaradas estavam a tratar de assuntos a sul do rio Cacine... Será Guileje?/Gadamael?
Enquanto o Raul Santos reabastece, o Carlos Oliveira parece estar a telefonar para garantir a reposição do stock em devido tempo...
E era tempo de terminar o convívio. A equipa dos últimos convívios avançou para receber os pagamentos dos 65 participantes - como habitualmente, sem falhas.
E na foto da direita, dois dos habituais utilizadores da T-Shirt da Tabanca do Centro, o Joaquim Mexia Alves e o Carlos Santos.
O Manuel Mendes resolveu trazer ao conívio os dois netinhos, aqui sob a guarda da avó Lina. E o nosso amigo Kambuta aproveitou para recordar velhos tempos...
O Manuel Jacinto de vez em quanto aparece com novas aquisições (ou quase novas...). Desta vez trouxe o António Pinto Alves, que se fazia acompanhar da esposa Graziela.
Destacamos a vinda do Rui Marques Gouveia, que não quis deixar de estar presente, rodeando-se de familiares próximos - a irmã Graciete, o cunhado José Ricardo e o neto Rodrigo (de costas), este já presente em anteriores ocasiões. Aqui o grupo conversa com o António Frade.
A componente feminina sempre presente nos encontros da Tabanca do Centro. Vemos três habituais participantes, a Isabel Gaspar, Gina Marques e Giselda Pessoa.
Aqui em conversa com o Almiro Gonçalves e o António Frade, o Juvenal Amado vê com alguma apreensão a continuidade da sua presença nestes convívios, dada a sua recente "transferência" de Fátima para a Reboleira e o significativo aumento de custos com as deslocações a Monte Real. Fica aqui um pedido ao pessoal da Linha (mormente da de Sintra...) para uma eventual colaboração com este nosso camarada, que gostaríamos de continuar a ver nestes nossos encontros.
Do grupo de Torres Novas presentes no 54º encontro apenas falta aqui o Lúcio Vieira. Se contarmos os potenciais participantes o grupo pode chegar aos nove, o que poderá dificultar a cativação de uma mesa para todos. Talvez uma mesa corrida média...
Registamos na imagem os manos Manuel e João Rodrigues, o "pivot" Carlos Pinheiro, dois estreantes - Francisco Prata e José Fialho Ferro - e o Manuel Ramos.
O grupo da Linha em formação cerrada, com o António Fernando Marques à frente, seguindo-se o António Maria Silva, o Luís R. Moreira e, encoberto, o José Miguel Louro.
Por falar em grupos: Por indisponibilidade do Carlos Prata e do José Luís Malaquias, o gangue de Aveiro esteve representado unicamente pelo Manuel Reis. "Pois é", parece ele dizer... Esperamos que em Setembro os três Metralhas possam estar novamente juntos.
Ao lado de outro Santos - o Raul - o Carlos Santos observa o álbum de fotografias que a Giselda tinha trazido, com fotos tiradas na zona do aquartelamento de Guileje no ano de 1995. Já lhe foram entretanto disponibilizadas cópias digitalizadas, para o Carlos ir matando saudades...
Com mais um encontro no papo - a sua 54º presença consecutiva - o Agostinho Gaspar vai dialogando com o Domingos Santos, Luís Branquinho Crespo, António Pinto Alves e Manuel Jacinto.
O Manuel da Ponte lá teve que se esforçar por chegar a tempo, devido aos seus afazeres. É aqui seguido pelo José Jesus Rodrigues, um regresso a registar. Ao fundo, o Carlos Pinheiro e o Mário Ley Garcia conversam.
O Carlos Manata e o Manuel Ferreira da Silva trocando impressões com o Manuel Reis.
Estava na hora de arrancar para o almoço. E, pacientemente, os fotógrafos lá esperam que o pessoal se "arrume" para a foto da praxe. Entretanto, sempre vai dando para se registar o granel...
E era tempo de tomar lugar à mesa, Como habitualmente, constituiram-se alguns grupos regionais... Este é o grupo da Linha (mais correcto dizer das linhas - de Cascais e de Sintra...), com o Luís R. Moreira, José Miguel Louro, António Maria Silva e o casal Marques, Gina e Fernando.
O Abílio Vieira Marques (com a esposa Maria) tinha inscrito o casal Caneira (Joaquim e Maria), e os dois casais escolheram um local pacato para almoçar.
Opção idêntica foi escolhida pelo Rui Marques Gouveia - uma mesa pacata onde juntou os familiares - a irmã Graciete, o cunhado José Ricardo e o neto Rodrigo.
É realmente difícil fazer uma foto de grupo do pessoal de Torres Novas... Nesta tentativa vemos, de costas, os manos João e Manuel Rodrigues e o Carlos Pinheiro; de frente, o Manuel Ramos, Lúcio Vieira e o estreante Francisco Prata. Encoberto está outro estreante, o José Fialho Ferro.
Ah! Nesta foto da esquerda já podemos ver o encoberto José Fialho Ferro, bem como o perfil do Carlos Pinheiro. E na da direita, em primeiro plano o Manuel da Ponte e o António Sousa, liderando uma das mesas compridas.
O Diamantino Ferreira e Emília eram estreia absoluta, inscritos pelo Kambuta. Já o Fernando Faustino e Aldina foram inscrição de última hora mas, vá lá, ainda chegou a tempo...
Partilhando uma mesa, o JERO ao lado do Mário Ley Garcia e do José Jesus Rodrigues. E o Domingos Santos junto do Baltazar Rosado Lourenço, este regressado depois de uma crise que impediu a sua presença nos dois encontros anteriores.
O Manuel Mendes conversa com o amigo Kambuta num dos cantos da mesa. E estes dois camaradas - José Pimentel Carvalho e Vitor Junqueira - têm andado um pouco arredados do nosso convívio.
O Manuel Jacinto junto dos dois camaradas que inscreveu para este encontro - o Luís Branquinho Crespo e o António Pinto Alves.
E a Hortense Mateus aproveita um intervalo para pôr a conversa em dia com a Giselda Pessoa.
O Baltazar Rosado Lourenço estreava um telemóvel?/smarthone?/IPad?/IPod? sofisticado que até dava para fazer chamadas. Agora, talvez convenha leres as instruções...
Num canto da mesa, desconfiamos que estes três camaradas estavam a tratar de assuntos a sul do rio Cacine... Será Guileje?/Gadamael?
Enquanto o Raul Santos reabastece, o Carlos Oliveira parece estar a telefonar para garantir a reposição do stock em devido tempo...E era tempo de terminar o convívio. A equipa dos últimos convívios avançou para receber os pagamentos dos 65 participantes - como habitualmente, sem falhas.
quinta-feira, 30 de junho de 2016
P809: 54º Encontro da Tabanca do Centro - Monte Real, 24 de Junho de 2016
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Fotografias do Miguel Pessoa
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