sexta-feira, 3 de junho de 2016

quarta-feira, 1 de junho de 2016

P798: AS NOTÍCIAS QUE NUNCA QUEREMOS DAR

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De quando em vez somos surpreendidos por notícias que nos esmagam.

O Miguel Pessoa recebeu um mail do nosso camarigo Rui Marques Gouveia que o informava da tristíssima notícia do falecimento de sua mulher, Eulália, no Hospital da Universidade de Coimbra.

O que dizer a um camarigo, ainda por cima sempre tão perto de nós, numa hora destas, em que as palavras nada dizem.
Apenas, talvez, um abraço forte, apertado e prolongado, como a dizer que estamos com ele, e com ele vivemos estas horas dolorosas.

A Eulália e o Rui são presenças constantes nos nossos encontros da Tabanca do Centro, e ainda neste último encontro perguntei ao Rui pela Eulália, que sempre o acompanhava.
Disse-me que estava doente, mas nada fazia prever esta dolorosa notícia.

Que Deus receba a Eulália no seu infinito descanso e que alivie o Rui e a sua família, neste momento de dor.

De nós, camarigos da Tabanca do Centro, receba a Eulália um beijo muito amigo e o Rui o nosso mais apertado e amigo abraço.

Monte Real, 1 de Junho de 2016
Joaquim Mexia Alves

Informa-nos ainda o Rui do seguinte:

O funeral está marcado para o dia 2, pelas 15H00, com missa de corpo presente na igreja dos Marinheiros. O corpo estará na morgue dos Marinheiros de onde sairá para o cemitério dos Marrazes.
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terça-feira, 31 de maio de 2016

P797: REVISTA "KARAS" DE MAIO

A esplanada do Café Central é agora um espaço mais amplo e permitiu mais largueza na recepção aos participantes. O Régulo da Tabanca já lá estava aguardando o pessoal, enquanto vemos chegar o grupo de Torres Novas, com o regressado Carlos Pinheiro à cabeça.
Não, não é a Feira da Ladra nem uma loja de antiguidades. Detentora de um candeeiro que lhe foi oferecido na Guiné e sabendo que o Agostinho Gaspar tem um semelhante, a Giselda aproveitou os préstimos do Agostinho para uma reparação do candeeiro. Contamos apresentar uma foto do dito cujo depois de reparado e alindado...
Um aspecto da dispersão do pessoal na esplanada, onde podemos distinguir o Carlos Santos e o seu acompanhante Emídio Santos, à esquerda; à direita, o Manuel "Kambuta" Lopes conversa com o Agostinho Gaspar e Manuel da Ponte (de costas). A meio, o José Luís Rodrigues, o Joaquim Henriques e o Almiro Gonçalves parecem aguardar a apresentação dos recém-chegados...
Razoavelmente recuperada da sua lesão no ombro, a Maria Arminda regressou ao nosso convívio, o que sucedeu igualmente com o grupo de Torres Novas, que vemos lá ao fundo - Manuel Ramos, Carlos Morte, Lúcio Vieira, Carlos Pinheiro e Francisco Ribeiro.
E o Miguel Pessoa dá as boas vindas ao Manuel Maia, o qual trazia na bagagem a reedição do seu livro "História de Portugal em Sextilhas".
O Constantino Antunes trouxe consigo o Carlos Alberto Santos. À direita, um grupo já habitual nestas andanças - Carlos Oliveira, Agostinho Gaspar, Manuel da Ponte e Manuel "Kambuta" Lopes.
Aproximava-se a hora do almoço, por isso preparou-se a foto da praxe, com os fotógrafos a tentarem enquadrar o grupo. Falta sempre gente na foto, mas a isso já estamos habituados...
Dado o sinal de partida, é a debandada para o local do almoço. Ainda por cima era a descer... e alguns tinham tomado o pequeno almoço cedo...
Chegados à Pensão Montanha, rapidamente o pessoal se dispersa pelas mesas. Nesta mesa corrida, podemos ver em primeiro plano o Manuel da Ponte e o filho David, que substituiu a mãe Emília à última hora. Trocas a que, aliás, o Manuel já nos habituou...
O casal Lobo optou por um cantinho sossegado, para não "stressar" o netinho. São acompanhados na mesa pelo nosso vate Manuel Maia.
Noutra mesa, o Noel Natário fazia companhia ao António Frade e esposa Helena.
Uma perspectiva da sala, com o JERO a ir meter conversa com o Silvério Lobo e o Manuel Maia.
Na foto da esquerda vemos em primeiro plano o Carlos Manata, Carlos Oliveira e Rui Marques Gouveia, que desta vez veio sozinho. Mais ao fundo podemos ainda identificar o Almiro Gonçalves, Joaquim Mexia Alves e José Luís Rodrigues.
A Maria Arminda optou por ficar junto da Giselda. As duas são acompanhadas pelo "benjamim" Paulo Moreno.
O Fernando Fino era estreia nos nossos convívios, inscrito pelo Kambuta. Aqui, acompanhado pela esposa e pelo Luís Louro Pinheiro, que o Kambuta também inscreveu, mas com nome fictício, para baralhar...
E o Miguel Pessoa vai pondo a conversa em dia com o JERO. Já não se viam há um mês...
Aqui está o corpo do delito, o tradicional Cozido à Portuguesa da Pensão Montanha. Mas a verdade é que o Amado Chefe já anda um pouco cansado do petisco... Vai daí resolveu pedir à D. Preciosa um restinho das tripas do dia anterior. E, claro, o Miguel Pessoa não podia deixar passar a ocasião sem um registo para a reportagem...
Cá está um grande plano da "dieta" do Joaquim Mexia Alves. E, já agora, acompanhado por um arrozinho, para escorregar melhor...
O José da Silva e o Manuel Mendes já começam a fazer parte da mobília... E já dissemos que o Agostinho Gaspar continua a ser totalista? Já leva 53 presenças em 53 convocatórias!
O Manuel Maia leu para a assistência algumas sextilhas incluídas na obra que agora reeditou - "História de Portugal em Sextilhas" - e no final os interessados tiveram oportunidade de adquirir a obra e obter uma dedicatória personalizada do autor.
O Carlos Pinheiro mostrou-se razoavelmente recuperado das intervenções a que foi sujeito ultimamente e que o arredaram do nosso convívio. Muito amavelmente disponibilizou ao pessoal uma garrafa de whisky de tamanho XXL que agradou a quem dela se serviu. E ainda sobrou para o próximo convívio...
Com o Vitor Caseiro de "férias da função" (só por uns tempos...) e o José Jesus Rodrigues novamente ausente, coube ao Joaquim Mexia Alves e Carlos Santos a tarefa de recolherem o carcanhol dos participantes. Vemos aqui o António Sousa e a Mª Arminda Santos a avançarem ao castigo...
Tempo ainda para o Manuel Maia rever nostalgicamente os locais por onde passou há mais de 40 anos. E, para acabar em beleza, um momento ternurento do avô babado para o neto Lobinho...
Nota: As fotos inseridas no presente número da Revista "Karas" são da autoria de dois colaboradores permanentes - o Paulo Moreno e o Miguel Pessoa. Aqui fica o registo.

quinta-feira, 26 de maio de 2016

P795: HISTÓRIAS CURTAS DAS TERMAS DE MONTE REAL - 1

Iniciamos hoje a publicação de um conjunto de pequenas histórias curtas escritas já há alguns anos pelo nosso camarigo Joaquim Mexia Alves, em que ele relembra pequenos episódios do dia-a-dia do Monte Real Palace Hotel e das Termas a ele associadas, experiências que naturalmente lhe ficaram bem presentes nas suas memórias de infância e juventude.

O MENINO RODRIGUINHO

Há alguns anos, na década de 60, havia uma família (entre muitas) que todos os anos frequentava as Termas e se alojava no Hotel.

Era constituída pela mãe, uma filha mais velha, talvez da minha idade, e pelo Rodriguinho (nome fictício, história verdadeira), que andaria pelos seus 10 ou 12 anos.

As histórias do Rodriguinho são imensas, mas hoje começo por recordar a que todos os anos tinha lugar no exacto dia e momento da chegada da família ao Hotel.

Era sempre no mês de Agosto, por volta da hora do almoço, altura em que o terraço de entrada do Hotel estava cheio de hóspedes à espera da entrada para o restaurante.

A família chegava, saía do seu carro, e o Rodriguinho no meio do terraço com um ar sorridente e desafiante, dizia em alta voz para todos ouvirem:
- “Acabou o sossego! Cheguei eu!”

Mas, entrando nas histórias do Rodriguinho:

Todos os anos vinha para o Hotel, onde passava pelo menos três meses (se bem me lembro), um distinto Senhor Doutor, oriundo dos Açores mas vivendo no Continente, pessoa de trato fácil, muito educado, afável e bonacheirão (no sentido positivo do termo), de quem toda a gente gostava e apreciava a companhia.

Para além de outras, tinha a particularidade de ter sempre no bolso do lado direito dos seus casacos, rebuçados, o que toda a gente sabia, especialmente as crianças que estavam no Hotel com as suas famílias.

Era hábito, pela hora do almoço ou ao fim da tarde, sentar-se nuns cadeirões que havia em frente da recepção, de perna traçada, observando e cumprimentado o corrupio de gente que naqueles meses de Verão ia passando no hall do Hotel.

Ora numa dessas tardes em que calmamente estava sentado de perna traçada, o Rodriguinho andava a correr pelo hall do Hotel incomodando obviamente as pessoas e fazendo pior, ou seja, sempre que passava pelo Senhor Doutor, dava-lhe um pontapé no pé da perna traçada.

Aquilo já estava a incomodar muita gente, mas o distinto Senhor fazia gestos no sentido de não se incomodarem com isso.

A certa altura em que o Rodriguinho mais uma vez ia a passar, o Senhor Doutor, colocando “ostensivamente” a mão no bolso direito do casaco, chamou-o.

E aí vem o Rodriguinho todo contente à espera do rebuçado.

Só que quando chegou ao pé do Senhor Doutor, estendendo a mão para o rebuçado, levou foi uma estalada na cara, e ouviu-o dizer:
- “E agora vai lá fazer queixa à tua mãe!”


Joaquim Mexia Alves

segunda-feira, 16 de maio de 2016

P791: PORQUE ESCOLHO A ARMA

A RAZÃO DE SER DAS FORÇAS ARMADAS


O vídeo que se segue já circulou há tempos na NET (é de 2012). Dada a actualidade do tema, decidimos reproduzi-lo, mantendo também o texto que o acompanhava.

Seleccionem as legendas em baixo à direita. Tempo de visualização: 17:03 minutos.


Recomendamos vivamente que assistam a esta intervenção do CEMGFA da Holanda.  O texto abaixo, de que desconheço a autoria, entendemos manter no mail, pelo seu conteúdo .


"Pf vejam até ao fim!


Ora aqui está um chefe militar que sabe defender os seus homens e explicou àqueles que o não entendem para que servem as Forças Armadas de países que, como o nosso, não estão em conflito com outros Estados.


Muitos dos "boys" deste e de outros governos deveriam ver esta apresentação com atenção, antes de lançarem as alarvidades de que as nossas Forças Armadas não são necessárias porque não estamos em guerra e que deveriam ser utilizadas para apagar incêndios."