quarta-feira, 4 de maio de 2016

P787: LANÇAMENTO ABORTADO...

Camarigos

Tínhamos publicado hoje um poste em que o nosso camarigo Lúcio Vieira nos chamava a atenção para o lançamento da sua nova obra "Contos das Terras d'Água", em sessão que se iria realizar no próximo dia 15 de Maio em Torres Novas. 

Já depois da publicação do poste recebemos do próprio Lúcio Vieira a informação de que, por motivos que o ultrapassavam, essa apresentação tinha sido adiada para 25 de Junho.

Resolvemos por isso retirar a informação hoje publicada por induzir as pessoas em erro e ainda por, mesmo com a data corrigida, ser prematura a divulgação do evento com tanta antecedência.

Assim, a chamada de atenção para esta apresentação será publicada em devido tempo, com a informação actualizada.

E não pedimos desculpa do facto, porque também fomos vítimas...


Os editores

domingo, 1 de maio de 2016

P786: REVISTA "KARAS" DE ABRIL


À chegada ao Café Central, o pessoal confrontou-se com obras na esplanada exterior. Uns optaram por ficar no passeio em frente...


...outros dispersaram-se pela sala de entrada, junto ao balcão, ou na esplanada interior.


Chega o JERO, que começa por dar um beijinho de parabéns à aniversariante Giselda Pessoa. Como de costume vem munido de uma série de exemplares do periódico "Cister" de Alcobaça, em que colabora regularmente, e que costuma distribuir generosamente entre os presentes.


Os cumprimentos da praxe ao nosso camarigo Raúl Castro, actual Presidente da Câmara de Leira, com entrega dum exemplar do "Cister". Sempre dá para este saber o que se passa na vizinhança...
E era tempo de dar as boas vindas e apaparicar o Lobinho, neto da Linda e do Silvério Lobo, pondo em prática toda a sua experiência de "avô de serviço" exercida nestes últimos anos...


O Miguel Diniz conversa com o Almiro Gonçalves e o Manuel "Kambuta" Lopes, que mais parecem artistas de cinema. De facto a forte luminosidade justificava plenamente o uso de óculos de sol.
E o Agostinho Gaspar comemora o seu pleno de 52 presenças nos nossos convívios, aqui na companhia do Manuel da Ponte. O Manuel tem andado arredado dos nossos convívios, mas desta vez lá apareceu, trazendo também um dos filhos.


Falávamos em óculos de sol... Mais dois artistas que não prescindiram deste adereço - O Jaime Brandão e o Miguel Pessoa - com este último  a ostentar um visual diferente do anterior... Para continuar?
O Manuel Jacinto surge aqui junto do José Saco, por ele inscrito para este convívio. O José Saco já tem surgido nos nossos encontros. Com uns anitos de avanço em relação à maioria dos camarigos, refere o apreço que tem por estas confraternizações da Tabanca do Centro.



Mas aproximava-se a hora do almoço e o Miguel Pessoa incentiva o pessoal a dirigir-se para a entrada do café para a foto da praxe, Antes, ainda há tempo para uma foto de grupo com o Joaquim Henriques, António Frade, Miguel Diniz e Almiro Gonçalves.
Cá fora já aguardava um grupo  de estreantes - José Carvalho, José Santos Ferreira e Joaquim Seco - escoltados por pessoal "veterano", o José Luís Rodrigues, Raul Santos e Carlos Santos.



Com o granel do costume lá se consegue tirar a foto da praxe, onde faltam sempre alguns dos presentes - os fotógrafos, como é de ver, e uns tantos despistados, que estão sempre noutro sítio...



E é a descida apressada a caminho da Pensão Montanha, que para alguns a fome já aperta - afinal já é quase uma e meia da tarde...



Desta vez, embora não havendo lugares marcados há áreas definidas consoante a ementa escolhida - ao fundo fica o pessoal da feijoada, do lado da entrada o pessoal do bacalhau... o que leva que algumas famílias ficam separadas, pois escolheram ementas diferentes.



É o caso do Aníbal Tavares e do Manuel Lopes, que ficaram arredados das respectivas... Já o António Frade partilhou a refeição com a esposa Helena.



O mesmo se passou com outros casais, como podemos ver nestas imagens - Rui Marques Gouveia e Eulália, Almiro Gonçalves e Amélia, Agostinho Gaspar e Isabel, com o filho Miguel, e Joaquim Mexia Alves e Catarina. Em frente destes últimos, um estreante nestas lides; o Carlos Laranjeira é da terra mas não tinha tido até agora conhecimento destes encontros da Tabanca do Centro...




O Manuel Jacinto costuma "arregimentar" bastantes participantes, como é o caso do António Cardoso e do José Saco, aqui ladeando o António Sousa - este, inscrito pelo Manuel Lopes.
Já o Manuel Mendes teve que mudar de parceiro à última hora - na falta da esposa, trouxe o genro Nuno. Na foto podemos ainda ver o Paulo Moreno e uma nova aquisição, o José Santos Ferreira.



A mesa das sobremesas apresentava óptimo aspecto. Habitualmente reforçada pelo bolinho que o casal Lobo costuma simpaticamente oferecer, apresentava desta vez um bolo trazido de Lisboa pela Giselda à laia de bolo de aniversário. O nome esquisito ("frigideira") não dava para imaginar o sabor do dito cujo. O facto é que desapareceu num instantinho...



E era chegada a altura do "discurso" do régulo da Tabanca do Centro. O Joaquim Mexia Alves aproveitou a oportunidade para, além das habituais boas vindas aos estreantes (e contámos pelo menos quatro), fazer referência a alguns aspectos menos correctos que têm surgido na altura das inscrições para os nossos encontros. Resumindo:
Continuam a surgir inscrições para além do prazo definido, o que obriga a contactos sucessivos com a Pensão Montanha para corrigir o número definitivo de participantes, à correcção da lista de participantes e dos textos alusivos publicados no blogue e ao acerto das folhas de pagamento preparadas antecipadamente. Futuramente não serão aceites inscrições depois da data limite indicada.
Continua a haver pessoal que não lê devidamente os textos publicados, e este convívio é bom exemplo disso: Na abertura das inscrições foi indicada claramente a necessidade de, no momento da inscrição, se indicar o nome de cada um dos inscritos e a ementa escolhida. Houve pessoal que teve que ser posteriormente contactado para esclarecer esses pormenores, que não tinham sido tidos em conta... Vamos lá a colaborar mais um bocadinho e a poupar trabalho aos organizadores!
A D.Preciosa tem indicações para não aceitar quaisquer inscrições feitas directamente para a Pensão. Como se deve calcular isso iria dificultar o controlo dos lugares à mesa e das doses necessárias. E ninguém quer ficar a passar fomeca... Vimos agora como uma organização adequada (por estar centralizada) permitiu a todos saírem satisfeitos com a quantidade e qualidade da refeição fornecida. Por isso não esqueçam: Inscrições só para o blogue através do respectivo e-mail, ou inserido na caixa de comentários.
O que nos leva a outras cenas envolvendo contactos telefónicos ou por SMS através de terceira pessoa para se proceder às inscrições,  que são perfeitamente desnecessárias.


Finalmente foi feita referência ao aniversário da Giselda, coincidente com a realização deste convívio, pelo que logo ali se cantaram os "parabéns a você" à aniversariante. E não se sopraram as velas porque hoje em dia se começa a considerar "politicamente incorrecto" e anti-higiénico! Mas o facto é que o bolo trazido para o efeito desapareceu num instante...



Nesta altura do ano já é habitual surgir esta cerimónia, que tem muito de iniciativa do nosso camarigo Paulo Moreno. Para os que estão menos familiarizados com a história, prende-se com a queda e recuperação dum piloto de Fiat, o então Ten. Pessoa, abatido pelo PAIGC quando efectuava um apoio de fogo ao aquartelamento de Guileje. Na altura, o pessoal do aquartelamento ofereceu ao piloto abatido uma garrafa de espumante, E esse hábito tem-se repetido nestes últimos anos no final de Março. Este ano, não se tendo efectuado convívio em Março, adiou-se a "cerimónia" para agora, com grande pesar do Paulo Moreno, que já tinha tudo preparado para o mês passado!
De referir que a garrafa é envolvida por um "avental" alusivo à efeméride, com motivos que vão mudando de ano para ano. Um gesto extremamente simpático que envolve o Paulo Moreno e os "sobreviventes" de Guileje, que aqui vemos na foto a rodear o Miguel Pessoa - José Luís Rodrigues, Carlos Santos e Manuel Reis.



E o convívio aproximava-se do fim. Era a altura para retirar da parede o mapa da Guiné, para ser assinado pelos estreantes.
E para o acerto de contas... Na ausência dos habituais "tesoureiros" avançou o Régulo da Tabanca e, com o apoio do Carlos Santos,  rapidamente se encerrou mais um excelente convívio.




domingo, 24 de abril de 2016

P782: EM MAIS UM ANIVERSÁRIO DO 25 DE ABRIL

Publicamos hoje um um poema criado pelo nosso camarigo António Lúcio Vieira por ocasião dos vinte e cinco anos do 25 de Abril, que serviu de senha às comemorações do 25 de Abril desse ano em Toronto, no Canadá. 
Os editores



sábado, 23 de abril de 2016

P781: REVISTA "KARAS" - NÚMERO ESPECIAL DE ABRIL

Como responsáveis pelas organização do Encontro, o Luís Graça e o Carlos Vinhal lá estavam, para receber os participantes e ver como as coisas corriam. E, claro, o Joaquim Mexia Alves, "oficial de ligação" ao Monte Real Palace Hotel e responsável pela logística de todo o evento (estadia e comidinha), pronto para resolver qualquer problema que pudesse surgir.


Aqui é tudo pessoal do norte, carago!, com o Bando do Café Progresso bem representado. Alguns já passaram pelo cozido da Pensão Montanha - Jorge Teixeira, José Ferreira da Silva, o outro Jorge Teixeira (Portojo) e o David Guimarães.


Deste grupo apenas o Manuel Joaquim tem aparecido na Tabanca do Centro. Aqui na companhia do António Estácio, Idálio Reis, Rui Guerra Ribeiro e Virgínio Briote.


O António Matos tem andado agora mais afastado dos convívios da Tabanca do Centro, compensando com a sua presença nos encontros da Tabanca da Linha. Aqui, ao lado do Manuel Resende, um dos organizadores daqueles encontros. Na foto da direita, em conversa com o Luís Graça, vemos dois outros elementos da Linha que são habituais nos nossos encontros em Monte Real, o António Fernando Marques e o Luís R. Moreira.


O Manuel "Kambuta" Lopes, um "angolano" plenamente integrado no grupo de "guineenses" da Tabanca do Centro, não quis deixar de estar presente no Encontro Nacional da Tabanca Grande, acompanhado da esposa Hortense. Na foto da direita o António Matos conversa com o camarigo JERO, vendo-se ao fundo a Giselda Pessoa com o Jorge Canhão e esposa, este um casal que "vai a todas" (Tabanca Grande, do Centro, da Linha, de Setúbal)...


E a propósito de Tabanca de Setúbal: Será que o Hélder Valério Sousa já arranjou data para o seu 3º convívio? Falou-se por alto em Setembro/Outubro, mas não se referiu o ano... 
Ao lado do Hélder, o casal Sardinha (Belarmino e Antonieta) fazia-se acompanhar das 2ª e 3ª gerações - filha, genro e netinho... 
Não, não são os que estão na foto ao lado!... Esses são o Mário Fitas e esposa mais o Virgínio Briote, em conversa animada...


Expansivo como sempre, o José Casimiro Carvalho... Do todo este grupo apenas o Rogé Guerreiro não esteve ainda na Tabanca do Centro - o Rui Pedro Silva aparece quando a sua vida profissional lhe permite, o Manuel Reis é presença assídua.


No decorrer do almoço, as habituais palavras de circunstância dirigidas aos participantes, lembrando a história da Tabanca do Centro ao longo de doze anos, hoje completados. E em que se incluiu a atribuição de prémios de assiduidade a alguns dos participantes. Depois de algumas dúvidas sobre a sua vinda a Alice Carneiro, esposa do Luís Graça, foi contemplada com um diploma pelas suas dez presenças nestes Encontros Nacionais.


O Joaquim Mexia Alves, acompanhado da esposa Catarina e filho André, tinha a seu lado um convidado, o Padre David Nogueira, que tinha presidido à cerimónia religiosa efectuada durante a manhã na Igreja Matriz de Monte Real.


À esquerda, um grupo já habitual em Monte Real, nos convívios da Tabanca do Centro - Fernando Faustino e esposa Aldina, Agostinho Gaspar e Almiro Gonçalves. À direita, o nosso camarada Portojo não dispensa a sua habitual "loirinha", na companhia do Guerra Ribeiro.


Uma conversa que já é habitual nestes Encontros: O tema Guileje/Gadamael... E o António Matos e o José Casimiro Carvalho lá trocam as suas impressões, sempre muito expressivas por parte do Casimiro...

E podíamos apresentar mais uma série de pranchas, mas resolvemos ficar por aqui. É que podem ver pormenorizadamente a descrição deste evento no blogue da Tabanca Grande, em http://blogueforanadaevaotres.blogspot.pt/ .

E precisamos de pôr este material nas rotativas, pois não queremos perder a data de 23 de Abril de 2016, em que se completam precisamente os 12 anos de idade da "velhinha" Tabanca Grande, oficialmente "Luís Graça & Camaradas da Guiné".

PARABÉNS!


Nota final: Algumas fotos desta edição da "Karas" são da autoria do Juvenal Amado e Manuel Lopes, a quem agradecemos a "colaboração" involuntária...
O editor

domingo, 17 de abril de 2016

P780: DO MANUEL MAIA - 16

LAS GALLETAS


Cortadas do turismo as grilhetas,
a passo ora anda a vida em "Las Galletas"
num ritmo lentidão que sabe bem...
Os belgas do TEN-BEL foram-se embora
e o pueblo retomou vida d’outrora
sem stress e devagar, como convém...

Na biblioteca, bem documentada,
consegue-se uma tarde bem passada
bebendo da tinerfeña cultura...
O espaço é agradável para ler
podendo dessa forma conhecer
do grande povo e da sua postura...

São quatro da manhã, a brisa corre
e o cheiro a maresia que decorre
anuncia uma manhã bem soalheira...
D´outono mês, o dia é já o segundo,
mais uma vez teremos "verão profundo"
em "Las Galletas" terra hospitaleira ...

Com força estava o mar em suas veias
mas nada qu’impedisse ver baleias,
deixou ver os cetáceos às seis milhas...
Ali entre os "Cristianos" e a "Gomera"
de todos conhecida é a "carretera"
que atrai embarcações das duas ilhas...

O tempo vai passando devagar
p`ra mais de quatro meses junto ao mar
aqui em "Las  Galletas", vou vivendo...
Janeiro,vinte e dois, dia decorre,
o sol brilha no azul e a brisa corre,
num banco, frente ao mar, vou escrevendo...

Gaivotas com seus pios estridentes
nas rochas quebra/mar, impacientes,
pela gratuita bucha por chegar...
De quando em vez em seus voos rasantes
espreitam com os olhos penetrantes
turquezas águas visando pescar.

Os gritos a crescer de intensidade
protestos entendíveis, em verdade,
reflexo já de um hábito ancestral...
"contrato" dá-lhes parte do pescado,
as tripas e algum peixe já amassado
que não iria à lota no final...

E chega enfim, qual benção, refeição.
Sardinha e outro pescado d’ocasião
num belo espectáculo a não perder...
Das mãos dos pescadores, jogado ao mar,
pescado aos bicos fortes vai parar
às vezes, sem mergulho, há que dizer...

Em pleno ar apanham o petisco
isento de trabalho e até de "fisco",
a vida sem esforço vão ganhando...
No céu azul, apenas salpicado
por "flocos de algodão" esbranquiçado,
depois de saciadas vão planando...

Com velas enfunadas, os veleiros,
procuram, alguns deles, bons pesqueiros
p’ras domésticas arcas atulharem...
E o generoso mar não regateia
a todos que o sulcam pois premeia
prazer sentido por o visitarem...

Caminha hoje a semana p’ro final
o dia é vinte e nove e não está mal
da praia o vento trava hoje a vontade...
Diante dum "cortado", na esplanada,
espreito um jornal que não diz nada
senão política banalidade...

Manuel Maia            


quarta-feira, 13 de abril de 2016

P779: COM UMA ALTERAÇÃO NA EMENTA...


(VEJAM INFORMAÇÃO ADICIONAL NA COLUNA DA DIREITA, 
ONDE TAMBÉM PODERÃO SEGUIR O DESENROLAR DAS INSCRIÇÕES)