segunda-feira, 22 de março de 2010

P43: V CONVÍVIO DA TABANCA GRANDE

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Guiné 63/74 - P6025: V Convívio da Tabanca Grande (2): Escolhida a data de 26 de Junho de 2010 e o local, o Palace Hotel Monte Real (A Organização)
V CONVÍVIO DA TABANCA GRANDE
MONTE REAL 26 DE JUNHO DE 2010

O V Convívio da Tabanca Grande vai realizar-se no dia 26 de Junho, pelas 13.00 horas, no Palace Hotel Monte Real****, (inaugurado há um ano), nas Termas de Monte Real. http://www.termasdemontereal.pt/




V CONVÍVIO DA TABANCA GRANDE

Será numa sala própria do Hotel, com uma grande varanda e vista para a mata e parque das Termas.
O estacionamento é amplo, quer junto ao Hotel, que junto às Termas, o que até dá para fazer a avenida das Termas a pé, num ambiente ecologicamente são.


Apenas para aguçar o apetite a Ementa será a seguinte, com o valor de 30,00€ por pessoa, tal como no ano passado:






















O prazo para as inscrições terminará inexoravelmente às 24.00 horas do dia 1 de Junho.

Como chegar?

Pela A17, saída de Monte Real, direito a Monte Real, e no largo da Igreja Matriz, à direita, está o Palace Hotel Monte Real. Não tem que enganar!!!

Para aqueles que querem pernoitar, haverá as seguintes ofertas:

Palace Hotel Monte Real****

Single – 50,00€
Duplo – 60,00€

Pensão Santa Rita

Single – 35,00€
Duplo – 50,00€

Estas marcações têm de ser feitas com tempo, visto que nessa data já se está em plena Época Termal.

Pede-se aos camaradas pré-inscritos que, face à nova data apresentada, ainda não confirmaram a sua presença, o favor de o fazer o mais breve possível.

Os camaradas e amigos que tencionam ir ao Convívio e ainda não apresentaram a sua inscrição formalmente, podem fazê-lo desde já. Confiram se o vosso nome consta da lista da página do Blogue (coluna do lado esquerdo).

Todos devem mencionar se vêm ou não acompanhados, e no caso de quererem pernoitar, em que dias e onde.

Devem utilizar para efeitos de inscrição no almoço e reservas de pernoita os endereços do Mexia Alves e/ou Carlos Vinhal, para evitar dispersão de dados.
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Retirado de Luís Graça & Camaradas da Guiné
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quinta-feira, 18 de março de 2010

P42: 3º Encontro da Tabanca do Centro

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Por razões logísticas e outras, em Março não haverá Encontro da Tabanca do Centro o que faremos sem falta no mês de Abril.
Assim que houver uma data definida, aqui será informada.
E textos? Não há textos para colocar aqui nesta Tabanca?
Não há inspiração, ou não há pachorra?
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quinta-feira, 11 de março de 2010

P41: Informação "impertinente"

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Para que não se julgue que por aqui "não se faz nenhum", informo que o "documento" base sobre o Apoio aos Combatentes, já foi enviado aos membros da Comissão.
Empenhadamente, estão com certeza neste momento a analisá-lo, a criticá-lo, (eu tenho as costas largas), e elaborarem as suas sugestões.

Não me ficaria bem dá-lo aqui a conhecer, sem que os outros membros da Comissão se pronunciem, razão pela qual apenas dou esta informação, dizendo que não estamos parados.

E que vamos contar com todos, obviamente!
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terça-feira, 2 de março de 2010

P40: 2º Encontro da Tabanca do Centro - Mensagens

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Ora então aqui temos o Jorge Narciso, mais o Miguel Pessoa a tapar o Luís Graça, e ao fundo José Belo conversando com o Jero, e ainda a cabeça do Carlos Santos, para além de mim que estava a deitar contas à vida, pelos vistos.



Caro e elevadissimo (na altura, na "terminologia linguística" e na "capaz anfitrionaridade" - desta nem tu te lembrarias) Camarada e Amigo (em maiúsculas e em separado para maior ênfase - outro arrincanço)

Estou a usar este endereço porque, à falta de outro, penso que será por ti recepcionado pessoalmente, sendo este mail originado por dois motivos:

Primeiro saudar-te pelo êxito do Tabancal convívio que, diria, só não terá sido absoluto por razões que lhe são "exógenas"; a inesperada indisposição da Alice, que não o beliscando, foi motivo de preocupação, que felizmente parece estar já ultrapassada.
Ser recebidos e comer "com'a Padres" (a expressão é usada na Madeira, donde a minha mulher é natural, como expressão de satisfação), um "néctar" a condizer e um ambiente tão despretensiosamente acolhedor que me fez sentir literalmente em casa, sustentam irrefutavelmente (perdoa o plágio) a afirmação acima.

Segundo porque te devo uma explicação:
Não sei se recordas ter-te eu perguntado, no caminho para a Montanha ( Restaurante, Pensão, Pousada, Abrigo ou outra coisa qualquer, desde que agradável, que lhe se queira chamar), como iria decorrer o convívio, no sentido de saber qual a melhor altura para transmitir uma mensagem/homenagem aos convivas e , recordando um pormenor, para a qual até precisaria duma caixa de cartão (que me sugeriste pedir à D. Preciosa.); respondeste-me que no final tal seria perfeitamente adequado.
Porque fugaz o dialogo e naturalmente absorto e preocupado como estavas para que tudo corresse, como correu, bem, talvez não tenhas notado a não ter acontecido tal anunciada iniciativa !!! Se a notaste terás pensado (vou brincar) afinal o que é que aquele gajo pretenderia transmitir!!!

Passo então a explicar:
A morte da mãe do Zé Teixeira, acontecida uns dias antes deste nosso convívio, motivou-me (como lhe transmiti) um forte sentimento de pesar e solidariedade.
Porque sem o conhecer (ainda) pessoalmente percebo que é um homem bom e solidário, que respeita e está bem com os outros duma forma que só possível quando na mesma medida o está consigo próprio.

Ora a minha mãe completou ontem (dia seguinte ao convívio) 80 anos (ou como costumo dizer 20 anos pela quarta vez) e aquele infausto facto exponenciou mais ainda a homenagem de reconhecimento deste insubstituível bem de que continuo a dispor.
A ideia era estender, através de uma pequena lembrança, essa homenagem às MULHERES (mães, esposas, irmãs e outras) que nos geraram e/ou nos foram e vão aturando as "madurezas" , nas pessoas Das que ali estavam presentes e num ar mais descontraído também aos restantes "Tabanqueiros".

Gizado o plano, recrutado um auxiliar (o meu companheiro Victor Barata) para ajuda do transporte da tal caixa - que acabou por me arranjar uma simpatiquíssima empregada da loja dos "300" existente aí na rua - a iniciativa acabou por "borregar" (vizinho e frequentador da BA5 deves saber o que significa o termo aeronáutico).
A forma acalorada como decorreu a discussão sobre a "espinhosa" missão de que a equipa que lideras ficou de preparar para o encontro da Ortigosa e mais ainda a acima citada indisposição da Alice, fez-me parecer despropositada a sua efectivação, apesar da forte insistência do Victor: então vamos lá buscar a tal caixa ??? e a quem agradeci , um pouco engasgadamente (mais um credor de futura explicação) com : Obrigado, mas deixa lá, fica para depois, não há condições.

A ti, no entanto, não prescindo, até porque fiquei a conhecer melhor o teu largo sentido de humor, de num destes dias te revelar o aparente tabu e "tête-à-tête", na companhia da "tal" cervejinha que em nova ausência do Festas pediremos à D. Preciosa, revelar-te a parte da surpresa que te cabia.

Recebe um abraço
Jorge Narciso


Meu caro camarigo Jorge Narciso

Só hoje vi este teu mail, por isso peço-te desculpa por só hoje te responder.

Em primeiro lugar muito obrigado pelas tuas palavras, (algumas delas muito bem "desarrincadas"), e pelo calor da amizade.

Em segundo lugar um pedido de desculpas por nunca mais me ter lembrado do teu pedido a que como dizes tinha anuído sem nenhum problema.

Esquecimento camarigo Jorge, esquecimento!

A discussão, a conversa, a Alice, os copos, (meus, claro), fizeram-me esquecer totalmente do que me tinhas pedido.

Desculpa portanto mais uma vez.

No próximo encontro tenho que dizer aos presentes logo no início para me lembrarem de tudo o que me tenham dito, porque senão, no calor da "refrega", a minha memória apaga-se.

Ou então tenho de arranjar secretária.

Grande e camarigo abraço e fico à espera da tal cerveja
Joaquim Mexia Alves

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Nota: Infelizmente nas fotografias até agora enviadas e chegadas do 2º Encontro, não há uma única do Jorge Narciso, por isso imaginem-no, não se esquecendo das "barbas brancas"!
A fotografia é do Juvenal Amado, a quem agradeço penhorado!


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segunda-feira, 1 de março de 2010

P39: 2º Encontro da Tabanca do Centro

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O "nosso" Vasco da Gama
Não é o "Almirante Vermelho"!!!

O José Belo e o Luís Graça num 1º encontro,
com o Jero a "controlar" a rua!

A Giselda, (que teve de por os seus conhecimentos à prova),
com o Gil Moutinho a estrear a Tabanca do Centro
À espera do almoço!
As camarigas, (algumas só)!

Os camarigos, (alguns só)!

Escutando o José Belo, que tem muito que contar!

No dia 26 deste mês realizou-se o 2º Encontro da Tabanca do Centro, à volta de um primoroso “Bacalhau assado na brasa, com umas migas e batatas a murro”, de se lhes “tirar o chapéu”.
Mais uma vez a Preciosa, proprietária do restaurante não deixou os seus créditos por mãos alheias e decidiu presentear-nos com umas entradas de morcela, chouriço e entremeada tudo assado na brasa, como mandam os figurinos, tudo isto pelo enorme preço já habitual!
E se começa assim a descrição do 2º Encontro, é apenas para abrir o apetite ao pessoal que ainda não experimentou a comida da Preciosa e o convívio da Tabanca do Centro.
Eis a lista dos presentes:

Alice e Luís Graça
Álvaro Basto
Agostinho Gaspar
Antonieta e Belarmino Sardinha
Artur Soares
Dulce e Luís Rainha
Gil Moutinho
Giselda e Miguel Pessoa
Hélder Sousa
Idálio Reis
Isabel e Alexandre Coutinho e Lima
João Barge
Joaquim Mexia Alves
José Eduardo Oliveira
José Belo
Jorge Narciso
Juvenal Amado
Manuel Reis
Rolando Basto
Teresa e Carlos M. Santos
Silvério Lobo
Vasco da Gama
Victor Barata

O Luís Graça e a Alice, (que infelizmente teve uma indisposição, mas já recuperada), deram-nos o prazer da sua companhia, o que foi importante, não só pelo convívio que sempre proporcionam, mas também porque se avançou alguma coisa na definição dos propósitos da Tabanca do Centro.
Assim, ficou “definitivamente” decidido, que o objectivo principal da Tabanca do Centro será dinamizar a ajuda aos combatentes que passam dificuldades, sejam elas quais forem, e sem distinção do “teatro de guerra”, ou seja, Guiné, Angola e Moçambique.
Foi nomeada uma comissão que irá preparar um documento para ser discutido por todos os camarigos, tendo em vista a concretização dessa ajuda e tudo o que lhe diga respeito.
A comissão nomeada foi assim constituída:

Vasco da Gama
Carlos Marques Santos
Manuel Reis
Luís Graça
Joaquim Mexia Alves

(Espero não me ter esquecido de nenhum, pois não houve acta.)

Logo se decidiu também convidar o José Martins para se juntar à comissão, visto os seus conhecimentos, não só de contabilidade, mas também tendo em vista o seu poste sobre o Lar dos Veteranos Militares. (Já lhe enviei mail a propósito.)

Assim o Joaquim Mexia Alves, (este vosso criado que aqui escreve), ficou incumbido de elaborar a “espinha dorsal” do documento, para depois ser analisado pela comissão e se elaborar o documento final a apresentar à discussão de todos os camarigos.

Neste 2º Encontro já foram recolhidos cerca de 200,00€, fruto da generosidade dos presentes.


Aproveito para pedir aos camarigos presentes no 2º Encontro que nos façam chegar textos e fotografias sobre o Encontro, ou o que quiserem, para publicarmos no blogue Tabanca do Centro.
Podem servir-se para o efeito do email tabanca.centro@gmail.com
Esqueci-me de dizer que as fotografias são da autoria do Miguel Pessoa, fotógrafo "oficial",(é Coronel na Reserva), da Tabanca do Centro.
Ao Miguel e à Giselda, que com ele colabora neste "míster" as minhas sinceras desculpas pelo esquecimento.
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quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

P38: 2º Encontro da Tabanca do Centro - Último Aviso!!!

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O 2º Encontro da Tabanca do Centro está agendado para dia 26 de Fevereiro, no mesmo local, Pensão Montanha em Monte Real, às 13 horas.

A ementa desta vez será bacalhau assado na brasa, (não é a correr), com batatas a murro e migas.
Poderá muito bem ser que haja alguns mimos para entrada, e as sobremesas serão as habituais.
O valor mantém-se na enorme quantia de 8,50€!

Terei que receber as inscrições, (de preferência para o mail tabanca.centro@gmail.com, ou aqui na caixa de comentários), o mais tardar até dia 24 de Fevereiro às 12 horas, pois o restaurante precisa de saber com o que conta.
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sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

P37: Duas Achegas ao Apoio aos Ex-Combatentes

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Amigo Vasco,

Se fosse de provocações, o que não é o caso, diria Basco do Porto, não Basco do país Basco...

Vamos ao que importa, há muito que não conversamos e esta é uma boa forma de o fazermos.

Não sei se devia, dever é obrigação e essa não a considero ter, mas acho que se justifica fazê-lo e isso faço-o com agrado, responder-te a um e-mail que enviaste há já alguns dias, sobre o qual não me tem apetecido muito falar ou escrever o que, para o caso é o mesmo.

São necessárias propostas para avançarmos alguma coisa de concreto sobre os antigos militares ou combatentes, para o efeito e para mim é-me indiferente os nomes que dão às coisas, o que já não é sobre o que se faz sobre ou para essas coisas. Quero com isto dizer que tu avanças algumas sugestões e bem, em meu entender, mas ou andamos todos distraídos ou eu não tenho capacidade para acompanhar tanta areia, isto porque tenho visto cada vez aparecerem mais tabancas, mais grupos organizados, mais ajudas para aqui, para ali, para acolá e sei que o mais fácil é dividir quando não temos força nem capacidade para resolver nada. O Mexia Alves diz, e em meu entender também bem, que não vamos ter capacidade financeira para resolver os problemas, o que é verdade, devíamos então centrar-nos em procurar forçar quem os pode e tem obrigação de resolver e deixarmos de voluntarismos e novas organizações que só nos dividem em lugar de nos unirem. Na realidade, sempre que se fala dizemo-nos unidos, mas cada vez criamos mais divergências com o mesmo fim em lugar de convergências, talvez seja eu que estou a ver mal, mas já tudo existe, temos é que forçar para que funcione.

Já existe em Braga uma coisa que dá pelo nome de Associação Portuguesa dos Veteranos de Guerra, a ADFA, A Liga dos Antigos Combatentes... mais não sei quantas organizações e tabancas todas com a finalidade de ajudarem uns e outros, alguns com direito a dinheiros públicos, outros apenas com peditórios ou venda de rifas ou outro tipo de sorteios, porque não então inovarmos e perdermos o direito à visibilidade do nome e procurarmos unir estas instituições todas para que em conjunto com as novas que surgiram façam, de uma vez por todas alguma coisa que se veja que não apenas elegerem direcções por força dos estatutos para depois se dizerem seus representantes.

O José Martins, aqui em Odivelas, tem travado alguma luta com as entidades oficiais na procura de encontrar solução para os sem abrigo aqui de Odivelas. Em conversa com ele falei-lhe e mostrei-lhe que não adianta procurar tratar as feridas se não procurarmos saber as causas e solucionar os problemas, gastam-se as energias, o dinheiro e a vontade esbate-se. Falei-lhe do espaço que ele apresentou no blogue do Luis Graça, Runa, destinado aos militares mas com gestão dos serviços sociais ou coisa parecida, quer dizer ao abandono ou quase. Aquele espaço podia albergar todos os veteranos com problemas e ter um plano de consultas que, de acordo como acontece com outros hospitais, podiam os doentes ser transportados nas viaturas dos Bombeiros, do INEM ou das Associações existentes localmente.

Estas são apenas algumas das possibilidades e dos exemplos que posso deixar.

Sobre os almoços em que participo sempre com muito gosto desde que possa, defende o Mexia Alves que servem para o pessoal falar uns com os outros, não para tratar estes assuntos, para isso servem os blogues e os contactos pessoais, embora me pareça mais difícil chegarmos a decisões dessa forma, respeito a opinião dele e aguardo para ver como e quando é tomada uma decisão e qual.

Não sei se respondi cabalmente ao que era pretendido, mas fiquei de bem comigo e isso também é bom, um pouco de egoísmo pessoal para nos valorizar quando não pretendemos outro forma de reconhecimento e não vejas aqui mais do que aquilo que está escrito, já me conheces.

Dado que o teu escrito foi enviado para a Tabanca do Centro e eu falo aqui no José Martins, e no Mexia Alves, vou enviar este mesmo e-mail para ele e para o grupo do Cadaval, já lhe chamam este nome, embora eu continue a gostar mais de bando.

Um abraço e até dia 26 em Monte Real.
Um abraço
Belarmino Sardinha



Camaradas,

Eu estou como o Belarmino: um pouco desinteressado

Explico: em Outubro passado, a propósito das pensões que não chegam para todos, também se blogou bastante a propósito dos antigos combatentes deserdados pela sorte e ostracizados pelas entidades. Gritaram-se fúrias, deram-se sugestões, desde manifestações por todo o país, até uma manifestação que seria convocada pela tal Associação, acho que em colaboração com a Liga.

Na ocasião eu fiz a minha proposta no blogue, através de um ou dois comentários. E "recebi indicação para estar calado" face à mobilização que já referi. Que tinha data e tudo: 13 de Janeiro 2010. O Mário Pinto exultava.

Parece que nada aconteceu.

Eu tenho a minha opinião sobre a Liga e sobre as Associações subsidiadas. Normalmente não agem, evitando o risco de perder os subsídios. O presidente da Liga é um General, logo, os filiados só têm que baixar a bola. A tal associação, não sei como funciona, mas não lhe conheço actividades, nem alguma vez apreciei o relatório de contas. Estas coisas, suportadas pelo Estado, servem para prometer, baralhar, complicar, e deixar para os vindouros qualquer solução. Têm subsídios orçamentados, e os tempos não aconselham excessos.

Estas entidades de carácter caridoso, ainda se vêem menos que o saudoso Mov. Nac. Feminino.

Assim, reitero a minha disponibilidade em participar no que quer que seja, desde que concorde e lhe adivinhe alguma eficácia. Nem que seja para descobrirmos alguma face oculta: a dessolidarização do Estado, perante situações tão chocantes e a produção de leis absurdas. Mas tem que haver organização, um plano de acções, capacidade para publicitar todos os actos e agitar a opinião pública. Last but not the least, capacidade para confrontar o Estado.

Por isso também concordo com o Mexia Alves. Qualquer movimento e organização no sentido de se obter solidariedade, não pode resolver-se em almoçaradas. Mas pode convocar-se um convénio entre nós, a partir de um projecto base, o que pressupõe um núcleo dinamizador, e o convénio pode desenrolar-se, simultaneamente em quatro ou cinco cidades do país, já que haverá uma declaração de princípios reivindicativos ou outros, e a participação de cada um para os objectivos a apresentar.

Abraços fraternos

José Dinis
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Nota: Agradecemos os contributos que vão sendo dados para "aproveitar" a Tabanca do Centro.
Julgo que neste 2º Encontro já poderemos trocar algumas ideias.
Não tendo muito tempo agora, gostaria de dizer, (e é apenas uma "impressão" minha), que as associações que já estão no terreno, tipo Liga dos Combatentes, etc., me parecem estar já bastante "enfeudadas" aos poderes, e espartilhadas em conceitos e preconceitos, mas quem sou eu para o dizer! Joaquim
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P36: Aí vem o José Belo...ao bacalhau!

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........."Choram renas e hui-huis e até mesmo renuis...........O Zé belo d'abalada para nova almocarada!....Monte Real é o "TAL".......centro de Portugal!

(Luis Vaz de C. t'ás no desemprego!)
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Isto é um Português Lapão a versejar!!!
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terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

P35: Apoio aos Ex-Combatentes

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No que respeita à angariação de fundos e como medida inicial poderíamos sacar umas massitas aos comensais.
Deixem-me dizer-vos que almoços daquele calibre por 8,5 euros é uma ofensa.
Os 10 euros justificam-se para simplificação de trocos.
Agora, se queremos ajudar alguém temos que nos chegar à frente, que as ajudas não nascem das árvores.
Nesse sentido eu vou pagar 15 euros por um almoço que vai valer muito mais, pela comida e essencialmente pela companhia.
São 8,5 de comida, 1,5 de acerto de troco e 5 para a ajuda.
Quem me quer acompanhar?

António Martins de Matos
5 de Fevereiro

Nem de propósito! Acabo de receber um telefonema da Liga dos Combatentes, vá lá eu saber com obtiveram o meu número do telemóvel, mas isso pouco interessa.
A Srª que me contactou pretendia que a minha filha lhe desse um livro para a Biblioteca da Liga, porque sendo filha de Ex-combatente também tinha o direito colocar lá o seu livro. Adiante.
A conversa passou a ser mais interessante, quando ela (boa conversadora)começou a despejar casos e casos, relativos a ex-combatentes, com que todos os dias se confronta.
Analisa o problema com alguma revolta e disponibiliza-se para ajudar. Deixei no ar a hipótese de a convidarmos para o próximo almoço, mostrando-se sensível ao convite.
E agora camarigos, que achais disto?
Um abraço amigo

Manuel Reis
5 de Fevereiro


Ao ataque Manuel, são ajudas dessas, desinteressadas, que nós precisamos.
Enviei para o correio privado de alguns atabancados do Centro uma série de sugestões/perguntas que espero analisem.
Um abraço do

Vasco A. R. da Gama
5 de Fevereiro

Manuel, de ti, alma boa, solidário amigo, não esperava outra coisa.
Julgo que mesmo de uma forma anárquica podemos enviar sugestões para que depois num contexto fora da "comezaina", as analisemos fundamentalmente em torno da sua exequibilidade.
Exemplos:
- Colaborar, ou não, com a Cruz Vermelha e a Liga dos Combatentes?
- Quais as instituições que eventualmente possuem um levantamento dos sem abrigo combatentes?
- Seria utopia possuirmos um espaço ( lar?) para os combatentes que dele necessitem, ou a liga responde a essa necessidade?
- Como obter receitas? Quotizações dos atabancados?; complemento monetário voluntário após refeição? pedido de subsídio às juntas ou câmaras?; direitos de autor de camaradas com obra publicada?; tomarmos em mão futuras publicações de companheiros nossos que nos pagarão uma percentagem por livro vendido?; organização de rifas a vender por todo o país, sendo o primeiro prémio ( por exemplo) um automóvel que alguma marca nos "daria" a troco de uma qualquer forma de publicidade a ser estudada?
- Como gerir os dinheiros? Constituição de uma organização ou aproveitarmos alguma já existente que nos desse a guarida dos estatutos já aprovados e ao mesmo tempo nos permitisse total liberdade de acção dentro do seu seio para que os nossos objectivos fossem por nós trabalhados?
Já chega; para a próxima há mais.
Do meu Buarcos lindo, coberto de nevoeiro mas que mesmo assim me deixa ver a baía toda iluminada, bem como o fumegar das celuloses da Leirosa, um abraço amigo para todos,

Vasco da Gama
5 de Fevereiro


A Liga dos Combatentes seria uma organização privilegiada para o efeito penso eu.
Um lar para veteranos sobre a sua administração?
Pressionar as autoridades para que se disponibilizem para o efeito.
Seria mais fácil canalizar as ajudas e bens para os nossos camaradas que vivem nas ruas.

Juvenal Amado
7 de Fevereiro
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Nota: Até agora foram estes os contributos recebidos para podermos organizar aquilo a que nos propomos, ou seja, o apoio aos ex-combatentes.
Em relação ao valor a pagar no almoço, julgo que podemos logo neste 2º Encontro começar a recolher fundos, (o que cada um quiser dar para já), que depois já servirão para as acções a desenvolver.
Deixo esta sugestão á vossa consideração.
Comentário hoje colocado pelo camarigo Vasco da Gama na Tabanca Grande
Camarada Mário Pinto, hoje, apesar do lápis ter desaparecido, pelo menos por enquanto, a forma como os combatentes (não)são tratados é bem pior do que antigamente.
A desinformação que grassava antes do 25 de Abril de 1974, retratada no comentário do Jorge Picado, modificou-se?
Se alguma mudança, no que ao tratamento dos combatentes diz respeito, existiu, foi para pior!
Eu não voltarei a alinhar no coro desafinado dos protestos que de vez em quando pontilham este ou aquele post.
Vou, juntamente com alguns camaradas nomeadamente na Tabanca do Centro, estudar as possibilidades de poder dar um pouco de conforto a camaradas nossos para quem a vida actual é um pesadelo constante.
Os meus pesadelos acontecem de quando em vez mas a minha mulher resolve-os com uma cotovelada, sou pois um privilegiado ao pé dos que se arrastam por essas ruas tendo como paga da pátria que serviram com espontaneidade, ou foram
obrigados a servir, o desprezo desta sociedade que cada vez mais me enoja.
Se não conseguirmos fazer nada, então integremo-nos calmamente na tal sociedade.
Espero ver-te na Tabanca do Centro no nosso próximo encontro.
Um abraço amigo do
Vasco A.R.da Gama
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sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

P34: Tabanca do Centro - Apoio aos Ex-Combatentes

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A vossa colaboração na Tabanca do Centro, nomeadamente na definição clara dos seus objectivos, é mais do que desejável: é fundamental. Peço-vos que comecem a enviar propostas concretas para a definição de um estatuto, que na opinião de alguns, onde eu me incluo, deve ir no sentido de auxiliar os nossos camaradas combatentes na Guiné que vão passando mal.
O preencher destes objectivos não pode, nem nenhum de nós por certo quererá, ir de encontro ou concorrer com as numerosas iniciativas de ajuda ao povo da Guiné, até porque a maior parte de nós pertence, solidariamente, a uma ou outra dessas organizações que lá vão enviando os seus contentores para minorar o sofrimento sobretudo das crianças da Guiné Bissau.
Se bem repararem quando no Blogue do Luís Graça aparece algum escrito sobre a situação dos combatentes, todos nós levantamos a voz contra a forma como, depois de usados, fomos abandonados. Choro para a direita, grito para a esquerda, apelo à manifestação, tudo em vão pois esses gritos tumultuosos, esses brados de queixa de protesto e de reclamação tudo isso é esquecido no dia seguinte e como diríamos há quarenta anos: tudo como d'antes quartel em Abrantes.
Caros camaradas, julgo que isso acontece porque pertencemos a um grupo de malta que conseguiu ultrapassar melhor ou pior, com mais ou menos traumas, estados de espírito que nos permitem fazer uma vida quase que normal, que os nossos encontros tão bem retratam, ao contrário de companheiros nossos abandonados pela família porque menos resistentes aos desafios que a vida lhes colocou, instigados e tentados por miríficas promessas se vão arrastando num percurso andrajoso até que a morte os leve, ou até que a ela se entreguem para que os seus sofrimentos terminem.
Se arranjar um contentor para a Guiné é um desafio muito difícil, organizarmo-nos nesta solidariedade que eu agora preconizo é um desafio ainda maior que eu diria impossível se não conhecesse a nossa fibra, o nosso querer, a nossa solidariedade.
Conto convosco.
Um abraço do Vasco
Buarcos aos 5 de Fevereiro 2010

Vasco da Gama
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